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Após agredir aluna da UFCG de Patos que se recusou a dançar em calourada, suspeito é indiciado

O caso aconteceu no dia 3 de maio deste ano, em uma área de lazer, fora do campus da UFCG, onde a jovem participava de uma calourada

Por Campelo - Diário do Sertão em Sousa

05/06/2018 às 16h33

Aluna do curso de biologia da UFCG de Patos denunciou que foi agredida por aluno de medicina veterinária em festa (Foto: Reprodução/TV Paraíba)

Após a conclusão do laudo pericial confirmar que uma jovem de 18 anos foi brutalmente agredida durante uma festa para calouros da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) da cidade de patos, sertão do estado, o inquérito policial foi concluído.

O caso aconteceu em uma festa de recepção a “feras”, em uma área de lazer, fora do campus. A jovem aluna do curso de biologia foi agredida por um aluno do curso de medicina veterinária. O jovem foi indiciado por lesão corporal, segundo o delegado Manoel Martins.

A informação sobre a conclusão do inquérito foi confirmada pelo delegado na tarde desta terça-feira (5), que ressaltou que o documento foi encaminhado ao juizado especial da comarca de Patos. Como não houve prisão em flagrante, o aluno responde ao processo em liberdade.

O caso aconteceu no dia 3 de maio deste ano, em uma área de lazer, fora do campus da UFCG, onde a jovem participava de uma calourada, e ao recusar dançar com o estudante de medicina veterinária, foi agredida com um soco no rosto e foragiu do local.

O QUE DIZ A UNIVERSIDADE 

Nesta terça-feira (05), o diretor do campus de Patos, Sérgio Ricardo, um regulamento foi redigido pela Universidade, onde fala claramente sobre as realizações de festas na UFCG e a acolhida de novos alunos, mais conhecidos como os “feras” a instituição de ensino.

No documento que ainda será apreciado por uma comissão para ser aprovado, fala sobre a proibição de consumo de bebidas alcoólicas, trotes humilhantes e agressões físicas, bem como o uso e referência do nome da instituição para a realização de eventos fora do campus.

Sobre esse caso em si, envolvendo os dois alunos, a UFCG disse que não pode aplicar punição ao aluno porque o caso não aconteceu dentro da instituição e a vítima não formalizou nenhuma denúncia ao rapaz junto a instituição de ensino.

DIÁRIO DO SERTÃO

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