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Líderes comunitários de Cajazeiras criticam Bolsonaro após fixação do salário mínimo: “Temos que rezar”

líderes comunitários da cidade de Cajazeiras falaram da expectativa para o Governo de Jair Bolsonaro (PSL).

Por Luzia de Sousa

04/01/2019 às 15h50

Líderes comunitários em entrevista à TV Diário do Sertão

Em entrevista à TV Diário do Sertão nessa quinta-feira (03), líderes comunitários da cidade de Cajazeiras falaram da expectativa para o Governo de Jair Bolsonaro (PSL).

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O suplente de vereador Adriano Rodrigues (Adriano da Vila Nova – PTB), declarou que está sem entender o decreto do presidente em relação ao novo salário mínimo estipulado em R$ 998, quando a previsão era de R$ 1.006.

De acordo com Adriano da Vila Nova, o brasileiro precisava de estímulo para iniciar bem o ano e começar a acreditar no Governo de Direita, mas a medida de Bolsonaro desestimulou o trabalhador.

“Não dá para continuar com um salário desse quando tudo aumenta o preço. Um salário que escraviza o trabalhador e não vai nunca conseguir combater a verdadeira miséria desse país. Nos envergonha”. Declarou o político.

Já Maria Aparecida (Cida Pé do Chão), do Bairro Ronaldo Cunha Lima disse que está assustada com o Governo do PSL. “O primeiro presidente que foi eleito pela internet”.

Cida Pé no Chão também criticou a fixação do novo salário mínimo. “Todo brasileiro estava acreditando que ia pegar nesse R$ 1.006, mas foi tirado da noite pro dia”.

Ela afirmou que não tem muita expectativa para o novo Governo: “Temos que rezar porque muitos direitos serão tomados ainda”.

DIÁRIO DO SERTÃO

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