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VÍDEO: Em Cajazeiras, Marina Silva faz avaliação do governo Bolsonaro: “Política de terra arrasada”

Ex-candidata a presidência da República visitou o Sertão paraibano como presidente do partido Rede

Por Jocivan Pinheiro

07/10/2019 às 16h46 • atualizado em 07/10/2019 às 16h50

A ex-candidata a presidência da República Marina Silva, que visitou o Sertão paraibano como presidente do partido Rede Sustentabilidade, classificou a gestão ambiental do governo Jair Bolsonaro como ‘política de terra arrasada”.

Marina, que ficou conhecida pelo seu engajamento contra o desmatamento na Amazônia, disse que o governo Bolsonaro ‘desmontou’ a gestão ambiental enfraquecendo o Ministério do Meio Ambiente, retirando as forças do IBAMA, do Instituto Chico Mendes e ‘desmoralizando’ o INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).

Ela afirma ainda que o presidente Jair Bolsonaro “fez uma série de sinais para contraventores, principalmente grileiros, de que agora nós vivemos numa situação de terra sem lei na Amazônia”.

“Na área ambiental é política de terra arrasada porque passou o serviço florestal para o Ministério da Agricultura; a Agência Nacional de Água passou para o Ministério do Desenvolvimento Nacional e acabou com a Secretaria Nacional de Mudanças Climáticas. O tempo todo enfraquece os servidores do IBAMA, que agora sofrem uma série de ameaças de violência. O presidente mesmo trata de desqualificar, de dizer que vai acabar com a indústria da multa, que fiscais na gestão dele não vão ter vez. Ele está dando um sinal muito forte para que os contraventores continuem roubando terra pública”, disse.

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Marina Silva ainda declarou que a educação está um ‘caos’, que no âmbito da economia o país está em ‘recessão técnica’ “e o governo o tempo todo dando sinais de que não debate as questões de fundo, fica o tempo todo numa estratégia de polarização, não só interna, mas externamente. Não por acaso ele comprou uma briga com a Noruega e a Alemanha, que faziam uma doação para o Fundo Amazônia na ordem de R$ 3 bilhões. Foi criado esse fundo na minha gestão para ajudar a diminuir o desmatamento”.

Redação DIÁRIO DO SERTÃO

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