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Os bastidores da reunião de Carlos e Denise com seus aliados e a peleja dos candidatos a Federal estão na Faisqueira

A coluna também traz a falta de alguns vereadores na reunião realizada pela prefeita de Cajazeiras com seus aliados.

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13/07/2014 às 20h46

Acendendo a fogueira
O ex-prefeito e a prefeita de Cajazeiras, Carlos Antonio e Denise, reuniram, no último dia oito, a sua militância política para dar as coordenadas da campanha eleitoral. Neste encontro a tônica principal foi a reeleição do governador Ricardo Coutinho.

Acendendo a fogueira 2
Nesta reunião o discurso mais inflamado foi o de Carlos Antonio, que chegou a arrancar lágrimas dos olhos de algumas militantes, após uma longa explanação sobre as obras do governo na cidade de Cajazeiras e na região. Apenas dois vereadores da base aliada do governo municipal participaram do evento.

Acedendo a fogueira 3
A prefeita Denise em sua fala, que era muito esperada, principalmente no que se referia ao apoio aos candidatos a deputado estadual, ele foi muito clara: “vamos apoiar os dois candidatos: Jeová Campos e José Aldemir, parceiros das lutas de nossa eleição”.  Esta fala serviu para aliviar uma tensão existente e alguns boatos que o grupo não ia apoiar a reeleição de Zé Aldemir.

Nem no cacete
O vereador cajazeirense Cléber Lima, segundo os analistas políticos, não sabe viver na oposição, muito embora, recentemente, queria ser o líder da oposição e ao mesmo tempo ficar na base aliada da prefeita Denise, mas foi “expulso” da liderança. Desde o seu primeiro mandato, “arranja” sempre uma brecha para “ficar” com a situação, onde as tetas têm muito mais leite. O que se ouve da boca do povo: “ele é muito esperto e tem uma capacidade imensa de se amoldar a qualquer situação”.

Bomba chiando
Um grande aliado do grupo dos girassóis tem confidenciado a alguns amigos, que tem uma bomba de pavio já aceso, para explodir nos próximos dias. Disse ainda que só seu chiado já venha perturbando muita gente e quando ela explodir não vai sobrar pedra sobre pedra. Esta eleição promete capítulos emocionantes.

Dez vezes mais
Um cidadão ao ouvir a noticia sobre os bens dos candidatos a deputado estadual de Cajazeiras, disse que se o deputado Antonio Vituriano quisesse vender a sua mansão por dez vezes do valor declarado, a demora era ele chegar ao banco para depositar o dinheiro na conta dele.

Antonio Gobira
O candidato a deputado federal Antonio Gobira, anda fazendo propaganda e pedindo voto de uma maneira inusitada: “comigo é prego batido e ponta virada”. Gobira, que é sapateiro, usa a linguagem de seus negócios para incrementar a campanha. Diz ainda: “quem votar em mim é a tradução do voto contra os candidatos da “mala preta” e a expressão mais legitima do protesto”. Vai que Gobira “estoura” nas urnas.  

Ivanildo Dunga
O outro candidato a deputado federal de Cajazeiras, Ivanildo Dunga, abre os flancos e ao pedir voto, mas não faz questão pelo de deputado estadual. Parece que ainda não se definiu e para ele tanto faz o seu eleitor votar em Jeová, Zé Aldemir, Vituriano ou Carlos Rafael. Como vereador, tem recebido “mimos” da prefeita Denise, que já teria dado sinais de que não vai “mexer” com o eleitor quando ele disser que vai votar nele.

Meio milhão de ausentes
Nas eleições de 2010, quando os eleitores da Paraíba foram às urnas para escolher seu governador, 506.052 deles deixaram de comparecer, o que significa 18,48% de abstenção. Este mais de meio milhão de eleitores, representa quase dez vezes o número de eleitores de Cajazeiras.  Para as eleições deste ano 2.835.882 eleitores estão “prontinhos” para irem às urnas.

Abutres
Mais de uma centena de suplentes de vereador estão esperando as suas “presas” para serem devoradas, principalmente os portadores de registro de candidatos a deputado federal e estadual. Tem alguns que o preço de sua “boiada virtual” está bem acima da inflação. Será preciso um saco, em lugar de uma mala preta cheia de grana, para atender aos “abutres” sertanejos.

Levantar o que?
Da lavra de Rafael Holanda Lins: O poeta popular Odilon, estava na fila, na agência do Banco do Brasil, em Patos, quando uma senhora lhe solicitou um verso, referindo-se à aposentadoria dos velhos. Aí mesmo, ele disparou: “A coisa melhor do mundo / Foi velho se aposentar, / comer corredor de boi, /meia noite levantar". Aí, a mulher maliciosa o interrompeu: – Levantar o que? E ele, completando os versos: "O pensamento pra Deus,/
agradecer e rezar.

GAZETA DO ALTO PIRANHAS

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