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Cássio indica Arthur e Cícero como candidatos

Em entrevista exclusiva aos jornalistas Fabiano Gomes e Luís Tôrres, do portal PBAgora, de João Pessoa, o ex-governador Cássio Cunha Lima (PSDB) acusou ontem o governador Maranhão (PMDB) de estar fazendo campanha eleitoral antecipada e anunciou Arthur Cunha Lima e Cícero Lucena como candidatos do grupo ao governo em caso de eleições indiretas. Cássio mostrou-se […]

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21/09/2009 às 09h41

Em entrevista exclusiva aos jornalistas Fabiano Gomes e Luís Tôrres, do portal PBAgora, de João Pessoa, o ex-governador Cássio Cunha Lima (PSDB) acusou ontem o governador Maranhão (PMDB) de estar fazendo campanha eleitoral antecipada e anunciou Arthur Cunha Lima e Cícero Lucena como candidatos do grupo ao governo em caso de eleições indiretas.

Cássio mostrou-se mais uma vez confiante na possibilidade de o Supremo Tribunal Federal (STF) julgar favoravelmente à Assembléia da Paraíba uma ação por descumprimento de preceito fundamental (APDF) que o presidente do Legislativo Estadual, Arthur Cunha Lima (PSDB), ajuizou contra a posse de José Maranhão e a favor de eleição indireta para governador e vice.

O PSDB também se associou à APDF, que tem como relator o ministro Ricardo Lewandoski e poderá ser julgada ainda este mês. Esse julgamento renova as esperanças do grupo Cunha Lima de voltar ao poder, dessa vez através do presidente da Assembléia, onde a oposição ao governador José Maranhão tem maioria.

Já sobre as eleições e a unidade das oposições para 2010, o ex-governador disse ao PBAgora que seu grupo não pode excluir o prefeito Ricardo Coutinho (PSB) das discussões para definição de candidaturas. Compreende as questões pessoais de Cícero contra Ricardo, mas "defende que os interesses coletivos sejam colocados acima dos particulares", acrescentam os jornalistas que fizeram a entrevista exclusiva com o ex-governador.

“Não tiro um milímetro da dificuldade de Cícero neste sentido, mas terá que chegar um momento em que vamos ter que fazer análise de nossas potencialidades e nossas fraquezas”, finalizou Cássio.

"Sem chances"

Juristas ligados ao PMDB garantem que são praticamente nulas as chances de o STF reformar a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que por unanimidade, em 21 de novembro do ano passado, e por apenas um voto divergente, em 17 de fevereiro deste ano, cassou o mandato de Cássio Cunha Lima e do vice José Lacerda (Dem) e determinou a posse de José Maranhão e do atual vice, Luciano Cartaxo (PT), no Governo do Estado.

"Ainda que venha a acatar, em tese, as razões expostas pelos autores dessa APDF, não há como uma decisão assim retroagir para prejudicar um direito do governador José Maranhão e de seu vice", disse ao Portal Correio um advogado que participou do processo de cassação de Cássio Cunha Lima.

O mesmo advogado lembra que os votos dados ao ex-governador foram anulados em razão de crimes eleitorais e, como não superaram os 50% dos votos válidos em primeiro turno, não tem porque se falar que Cássio foi o primeiro colocado. "Nesses casos, assume, legitimamente, o verdadeiro primeiro colocado, que no caso da Paraíba foi o governador Maranhão. Essa é jurisprudência consolidada na Justiça Eleitoral brasileira", complementou.

Do Portal Correio

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