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VÍDEO: Funcionária do Hospital de Cajazeiras que testou positivo para coronavírus já estaria curada

Conforme apurou o Diário do Sertão, a paciente é uma técnica de enfermagem, lotada no Hospital Regional de Cajazeiras, que reside em São João do Rio do Peixe

Por José Dias Neto

14/04/2020 às 20h01 • atualizado em 15/04/2020 às 07h35

O diretor do Hospital Regional de Cajazeiras, Manoel Telamon comentou na edição do programa Olho Vivo desta terça-feira (14) o primeiro caso confirmado de coronavírus na região de Cajazeiras, que foi registrado na cidade de São João do Rio do Peixe, nesta segunda-feira (13).

Conforme apurou o Diário do Sertão, a paciente é uma técnica de enfermagem, funcionária pública, lotada no Hospital Regional de Cajazeiras, que reside em São João do Rio do Peixe.

No dia 30 de março, o diretor disse que a funcionária não estava na linha de frente do atendimento a casos suspeitos da doença, mas apresentou sintomatologia respiratória e foi livremente à unidade a procura de atendimento.

Nesta terça-feira (14), Telamon disse que a Secretaria de Estado da Saúde da Paraíba ainda não se pronunciou oficialmente diante da confirmação de que a paciente realmente foi infectado pelo novo coronavírus.

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“Não chegou ao Hospital e nem ao setor epidemiológico. O que eu posso trazer a respeito dessa situação no momento é o que já foi trazido anteriormente. Esse paciente [a técnica de enfermagem], deu entrada no Hospital Regional de forma espontânea e aqui ficou por 48h. Ela deu entra com dispnéia, desconforto respiratório moderado, foi conduzido, evoluiu bem e foi liberado para permanecer em isolamento domiciliar. Ela respeitou sua quarentena, que é recomendado pelo Ministério da Saúde, que são quatorze dias de isolamento. Nesse processo, a  paciente se manteve em tratamento e respeitando esses quatorze dias de quarentena, sendo considerada curada’’, disse.

Manuel Telamon também criticou as pessoas que estão desrespeitando a privacidade da paciente.

O diretor também disse que não pode falar detalhes sobre a paciente porque fere o princípio de individualidade e de sigilo médico-paciente.

DIÁRIO DO SERTÃO

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