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VÍDEO: Adriano Galdino aciona Assembleias do Brasil para estender auxílio emergencial até dezembro

Segundo o presidente da ALPB, a finalidade é fazer com que o abono, que tem vigência de apenas três meses, tenha o prazo estendido até o final da pandemia da Covid-19.

Por Redação Diário

08/05/2020 às 11h12

O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, Adriano Galdino (PSB), falou nesta sexta-feira (08), sobre a campanha que visa ampliar o prazo do pagamento do auxílio emergencial pago pelo Governo Federal no valor de R$ 600. Segundo ele, o Legislativo Paraibano acionou as Casas Legislativas de todo o Brasil para que, juntos, possam abraçar a causa e tornar possível a extensão do prazo até o mês de dezembro.

A proposta foi realizada através de requerimento de autoria da Mesa Diretora da Casa, aprovado por unanimidade, na última sessão remota. Segundo o presidente da ALPB, Adriano Galdino, a finalidade é fazer com que o abono, que tem vigência de apenas três meses, tenha o prazo estendido até o final da pandemia da Covid-19.

Durante participação na TV Diário do Sertão, Adriano Galdino afirmou que o requerimento foi encaminhado para toda a classe política brasileira e também será entregue ao presidente da República, Jair Bolsonaro. “Estamos trabalhando todos em conjunto. Já encaminhei está matéria para todos os presidentes de Assembleias do Brasil. Estamos enviando também para todos os deputados federais do país, senadores e governadores, em especial para o nosso governador João Azevedo, além do ministro da Economia, Paulo Guedes e o presidente da República, Jair Bolsonaro”, destacou.

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O deputado ressaltou que a campanha está sendo realizada após aprovação de um requerimento de autoria do deputado Jeová Campos, que foi encampado pela Mesa Diretora da Casa, e hoje passar a ser de autoria dos 36 deputados da ALPB. Ele acrescentou que a importância da permanência do abono, até o fim de dezembro, deve acontecer para que os mais necessitados possam conviver com os efeitos da pandemia, e ao mesmo tempo movimentar a economia.

“É preciso que cada um de nós entenda que este abano tem dois vetores: o vetor social, que atende os mais carentes e as pessoas mais vulneráveis, com esse recurso de R$ 600,00 mensal. E também o vetor econômico, pois a população que recebe esse dinheiro vai gastar na cadeia produtiva, que é no supermercado, padaria, farmácia, feira livre. Dinheiro que gera e ativa a nossa economia”, disse Adriano Galdino.

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