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José Ronildo

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Desenvolvimento Regional

11/01/2019 às 08h06

O novo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) reúne programas antes sob responsabilidade dos extintos ministérios das Cidades e da Integração Nacional. Segundo o ministro Gustavo Canuto, o MDR surge com a proposta de integrar, num único órgão, as diversas políticas públicas de infraestrutura urbana e de promoção do desenvolvimento regional e produtivo. “É uma honra estar aqui e ter esse voto de confiança do presidente Jair Bolsonaro. A nossa missão é promover o desenvolvimento produtivo, a geração de riqueza e, principalmente, fazer com que essa riqueza fique nas regiões”, ressaltou Gustavo Canuto.

O MDR será um dos maiores interlocutores do Governo Federal com os 5.570 municípios brasileiros, atuando de forma articulada com as grandes estratégias de Desenvolvimento Regional e Urbano (Política Nacional de Desenvolvimento Regional e Política Nacional de Desenvolvimento Urbano). “Este ministério pode promover uma real mudança na vida dos brasileiros. As políticas do MDR permitirão que a Pasta reúna praticamente tudo que um município precisa: habitação, saneamento, mobilidade urbana, proteção e defesa civil, segurança hídrica e desenvolvimento regional e urbano”, complementou o ministro.

Além das áreas que estavam sob gestão dos Ministérios das Cidades e da Integração Nacional, o MDR agrupará outros órgãos que também atuam com recursos hídricos, tanto estruturas quanto a gestão. Desse modo, também farão parte da Pasta as ações de recursos hídricos antes vinculados ao Ministério do Meio Ambiente, a Agência Nacional de Águas (ANA) e o Conselho Nacional de Recursos Hídricos (CNRH). “O Ministério da Integração Nacional era conhecido como o ‘ministério da seca’. O objetivo é que o MDR seja o ministério da água. Vamos trabalhar desde a regulação, oferta e distribuição do recurso para a melhoria de vida da população”, ressaltou. De acordo com Gustavo Canuto, foram utilizados critérios técnicos e especializados para a escolha do secretariado, priorizando gestores com amplo conhecimento das áreas em que atuarão. Aguarda-se, informações a respeito da continuidade das obras do eixo norte, da Transposição do São Francisco.

Uiraúna
O prefeito de Uiraúna, Bosco Fernandes (PSDB), teria descartado o nome de Segundo Santiago para as disputas em 2020. Apesar da excelente relação com o deputado federal Wilson Santiago, tio de Segundo Santiago, o atual gestor afirmou a amigos que é ainda muito cedo para se definir um candidato. O deputado estadual, Wilson Filho, já declarou que seu primo reúne as melhores condições dentro do grupo. Nos bastidores a conversa é diferente e está bem avançada. O nome do vereador Chico Bacatela é tido como o melhor pelo próprio Bosco.

Posicionamento

Porque será que o deputado estadual, Jeová Campos disse que para que Marcos se firme como pré-candidato a prefeito pela oposição terá que se posicionar e fazer oposição ao governo de José Aldemir?

Muito simples, porque Marcos sempre foi amigo do Poder, tanto em nível estadual, como federal, ganhando ou perdendo lá está ele, sendo beneficiado. Até mesmo Zé Aldemir, que todos consideravam improvável que ele se aproximasse, tendo em vista que Zé Aldemir chegou a dizer que Marcos era um dedo cortado da sua mão, tendo em vista que dizia que tinha sido traído por Marcos na sua última campanha de deputado estadual, mas, bastou Aldemir sinalizar para um acordo branco, lá estava ele, defendendo o governo Aldemir.

Escola caindo
Estudantes, Pais, funcionários e professores estão apelando ao governo do Estado para reformar a escola estadual da cidade de Uiraúna. Recentemente, o muro da Escola Estadual José Duarte Filho, caiu. O vereador Zé Fernandes tem sido porta voz desses apelos junto à Regional de Educação, em Cajazeiras, por meio das emissoras de rádio. Segundo ele, a escola está com deteriorada, com paredes rachadas, correndo o risco de desabar. Aliás, o próprio prédio onde funciona a Regional de Educação, em Cajazeiras está precisando de uma reforma. A fachada está horrível. Tarefa para o novo Gerente Regional.

Diferente
O governador João Azevedo começa o governo, demonstrando ser diferente do seu antecessor, Ricardo Coutinho que fez um governo solitário e pouca conversa com os deputados. Ele vem recebendo todos os deputados estaduais. Já recebeu, por exemplo, os deputados de Cajazeiras, Júnior Araújo e Jeová, mesmo após ter feito nomeações importantes, sem consulta-los. A exemplo de Ricardo, João também preferiu deixar os políticos locais, o mais distante possível do HRC e da Regional de Educação. Com relação às demandas e problemas ocorridos em Cajazeiras, Ricardo tomava conhecimento por meio de mensagens, muitas vezes, em forma de fuxico. Parece que agora, deputado vai ter vez e voz.

Curta
*Rivelino Martins afirmou que o vereador Jucinério seria muito bem vinco ao PSB.

José Ronildo

José Ronildo

Redator do Jornal Gazeta, Radialista e apresentador do Microfone Aberto da Rádio Alto Piranhas

Contato: altopiranhas@uol.com.br

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José Ronildo

José Ronildo

Redator do Jornal Gazeta, Radialista e apresentador do Microfone Aberto da Rádio Alto Piranhas

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