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Reudesman Lopes Ferreira

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O adeus e o muito obrigado ao cajazeirense Iata Anderson

09/01/2026 às 20h49

Coluna de Reudesman Lopes Ferreira

Por Reudesman Lopes Ferreira – Faleceu no Rio de Janeiro, aos 81 anos de idade, o ilustre cajazeirense Iata Anderson, “o amigo do rei”, uma das lendas da crônica esportiva do nosso Brasil.

Conheci Iata Anderson através do inesquecível amigo, Marcos Alberto Lacerda, naquela oportunidade, Alberto me ligava comunicando a vinda de Iata e que gostaria que esse colunista fizesse parte da recepção de boas vindas.

Pois bem, lá fomos nós recebe-lo e, como diz o velho ditado que: “A primeira impressão é a que fica”, ela ficou sempre guardada, arquivada na minha memória. Mas, qual foi essa impressão? Foi o amor de Iata pela sua terra natal, Cajazeiras. Isso me impressionava a cada momento que andávamos pelas ruas e praças de Cajazeiras, sempre ele tinha uma lembrança a nos falar.

Nas andanças, fomos a Rua Epifânio Sobreira, foi nessa rua que ele nasceu,  nos mostrou a casa, tirou fotos. Depois seguimos até o açude grande, não vimos o por do sol, já era noite, atravessamos o baldo até o Cajazeiras Tênis Clube para vermos uma outra casa em que ele havia morado na Rua Sousa Assis, lado esquerdo de quem vai descendo, a segunda casa após a esquina. Às andanças foram concluídas na Matriz Nossa Senhora de Fátima, ali, na escadaria ele fez inúmeras fotografias.

Mas, a principal visita, assim ele nos afirmava, estava agendada para o outro dia, seria visitar e conversar com aquele que ele considerava como o maior amigo da sua infância, o conhecidíssimo Borracha. Esse momento foi único, Iata um Flamenguista e Borracha apaixonado pelo Vasco da Gama, pense, foi uma “onda” vê-los brincando sobre ser Flamengo e Vasco da Gama.

Graças a Deus ainda aconteceu de uma segunda passagem de Iata em Cajazeiras, reacendemos as lembranças e, ele, cada vez mais apaixonado pela cidade, por nós.

Iata estava programando uma nova vinda a Cajazeiras, dessa vez acompanhado por Zico, queria conhecer o Museu do Futebol de Cajazeiras, e esse era o seu sonho, trazer o Galo como ele falava para conhecer a sua cidade e o Museu do Futebol de Cajazeiras.

Iata meu amigo, adeus, e os nossos agradecimentos pelo seu infinito amor a Cajazeiras, obrigado pelo apoio ao Museu do Futebol de Cajazeiras, jamais vamos esquecê-lo, pode ter certeza disso.


Os textos dos colunistas e blogueiros não refletem, necessariamente, a opinião do Sistema Diário de Comunicação.

Reudesman Lopes Ferreira

Reudesman Lopes Ferreira

Professor de Educação Física, Membro Efetivo Fundador da Academia de Artes e Letras de Cajazeiras, Escritor, Fundador do Museu do Futebol de Cajazeiras.

Contato: [email protected]

Reudesman Lopes Ferreira

Reudesman Lopes Ferreira

Professor de Educação Física, Membro Efetivo Fundador da Academia de Artes e Letras de Cajazeiras, Escritor, Fundador do Museu do Futebol de Cajazeiras.

Contato: [email protected]

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