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José Ronildo

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Popularidade

01/10/2021 às 23h35 • atualizado em 01/10/2021 às 23h36

Coluna de José Ronildo. (Foto: reprodução/internet).

Por José Ronildo

Diante do pior patamar de reprovação ao governo e 20 pontos atrás do ex-presidente Lula, nas intenções de voto, o presidente da República Jair Bolsonaro está viajando pelo Brasil, inaugurando obras e participando de eventos com diversos segmentos da sociedade, como fez recentemente em um encontro com produtores rurais, uma oportunidade para mostrar o que está fazendo.

A ideia do presidente e conselheiros, entre eles, os filhos, é fazer viagens para todas as regiões do País num esforço concentrado para entregar obras como estradas, casas populares e hidrelétricas.

Com essas viagens e eventos, o presidente espera recuperar parte de sua popularidade. No dia 27 de setembro, quando o governo Bolsonaro completa mil dias, o plano é fazer um ato no Planalto para prestar contas do que está sendo realizado.

O presidente visita novamente o Nordeste, Norte, Sudeste, Centro-Oeste e Sul. Para alguns analistas, a entrega de obras e participação em eventos nos estados não serão suficiente para melhorar a imagem do presidente até porque já vem fazendo isso há algum tempo.

Se o preço da gasolina continuar subindo, juntamente com o botijão de gás e os alimentos, sua situação não vai melhorar, sem se falar no desemprego e aumento da miséria.

O fato é que seu discurso negacionista em relação à vacinação e à ciência, e a forma como tratou a pandemia, contribuíram para essa queda na popularidade. Ultimamente, o presidente tem responsabilizado o desemprego, o aumento dos preços e a volta da inflação à pandemia, ressaltando que esta mesma situação é vivenciada por outros países, a exemplo dos Estados Unidos. Nessas viagens ele procura destacar o que o governo fez para ajudar à população vulnerável, como por exemplo, o pagamento do auxílio emergencial, além dos recursos repassados para estados e municípios.

Inflação

A inflação vem acelerando de forma insistente desde maio deste ano, chegando a 10% em 12 meses. Ela corrói ainda mais a renda das famílias e reduz seu poder de compra, torando mais difícil a vida dos brasileiros.

Os economistas acreditam que ela tende a desacelerar e os preços ficaram estáveis ou sofrer variações para baixo em relação a alguns produtos, como alimentos.

Eles atribuem esse aumento da inflação ao aumento do dólar, que aumenta o preço da gasolina, a estiagem em regiões como sul, sudeste e centro oeste e a crise hídrica que elevou o preço da conta de luz.

Rápidas

*O ministro da Fazenda Paulo Guedes disse que a Petrobras e o Banco do Brasil devem entrar na fila das privatizações.
*O deputado estadual Júnior Araújo visitou apoiadores em várias cidades do Estado.
*Em São José de Piranhas foi recebido pelo ex-vice-prefeito, Juninho Brasileiro, e em São José de Piranhas, pelo prefeito Jacildo e pelo ex-prefeito, Bodin.
*Vários partidos estão negociando fusões, após o Senado rejeitar a volta das coligações partidárias na eleição proporcional.
*O novo decreto do governo do Estado libera eventos esportivos e festivos com 20% da capacidade, testagem e comprovante da vacinação.

José Ronildo

José Ronildo

Redator do Jornal Gazeta, Radialista e apresentador do Microfone Aberto da Rádio Alto Piranhas

Contato: altopiranhas@uol.com.br

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José Ronildo

Redator do Jornal Gazeta, Radialista e apresentador do Microfone Aberto da Rádio Alto Piranhas

Contato: altopiranhas@uol.com.br

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