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Ricardo discute retomada das obras do Eixo Norte da transposição em reunião no STF

Ricardo Coutinho comentou que a presidente do STF se comprometeu em dar uma resposta acerca das dificuldades nas obras do Eixo Norte em poucos dias.

Por Priscila Belmont

13/06/2017 às 18h47

Ricardo Coutinho se reuniu, com a ministra Cármem Lúcia, e os governadores Robinson Faria, Camilo Santana e Paulo Câmara.

O governador Ricardo Coutinho se reuniu, nesta terça-feira (13), em Brasília, com a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármem Lúcia, e os governadores Robinson Faria (Rio Grande do Norte), Camilo Santana (Ceará) e Paulo Câmara (Pernambuco). Na ocasião, o principal assunto abordado foi a retomada das obras do Eixo Norte da Transposição do Rio São Francisco, tendo em vista a existência de algumas liminares no STF em torno da obra. O ministro da Integração Nacional, Hélder Barbalho, também participou da audiência.

Após a reunião, Ricardo Coutinho comentou que a presidente do STF se comprometeu em dar uma resposta acerca das dificuldades nas obras do Eixo Norte em poucos dias. “A presidente afirmou que até a próxima semana ela consegue ter uma decisão a respeito do assunto. Isso é importante porque existe uma demanda por água que está à espera de um pequeno trecho dessa obra do Eixo Norte. Dois terços já foram construídos, falta apenas um único lote que deu problema porque a construtora abandonou e tiveram que fazer um novo procedimento. Há um questionamento sobre isso e, ao mesmo tempo, uma necessidade imediata”, observou.

O governador ainda lembrou que na Paraíba aproximadamente 700 mil habitantes necessitam das águas que virão através do Eixo Norte da Transposição do São Francisco. “Essa obra é uma demanda não só de uma metrópole como Fortaleza e região metropolitana, mas, na Paraíba mesmo, tem cerca de 700 mil pessoas esperando pela conclusão deste Eixo Norte. Dos 13 municípios onde as águas haverão de chegar, apenas um está em situação regular, todos os demais estão em colapso ou em racionamento. Ou seja, a situação é insustentável e precisamos concluir este eixo para que a água possa ser distribuída para o Ceará, Rio Grande do Norte e Paraíba”, finalizou.

Secom

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