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Juiz das Execuções Penais poderá transferir presos para presídio em Cajazeiras

Atualmente a cadeia pública de Cajazeiras acomoda 160 apenados em regime fechado e 100 em regime aberto, causando graves problemas com a superlotação.

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17/09/2009 às 23h29

A superlotação da Cadeia Pública de Cajazeiras, está sendo motivo de grande preocupação para as autoridades judiciais, ao ponto de levar o Juiz da Execuções Penais da Comarca de Cajazeiras, a transferir os mais de 160 apenados para o presídio regional, construído há mais de 7 anos e que se encontra com suas obras inacabadas.

Dr. Djaci Soares disse não suportar mais as péssimas condições da Cadeia Pública de Cajazeiras, segundo o magistrado, o espaço normalmente comportaria cerca de 60 presos, sendo que atualmente acomoda 150 presos em regime fechado e mais 100 em regime aberto, tornando humanamente impossível a acomodação de todos.

Está sendo aguardado a visita do secretário da Segurança e Defesa Social, Gustavo Gominho para junto ao Juiz das Execuções Penais de Cajazeiras, verificarem as reais condições do presídio para uma possível transferência dos apenados da cadeia pública para o referido presídio, segundo Dr. Djacir “o presídio mesmo inacabado está em melhores condições do que a cadeia pública de Cajazeiras” afirmou.

Segundo o Juiz, a forma amigável como são tratados os presos, tem sido o motivo pelo qual, já não aconteceu rebeliões na cadeia pública, “mesmo tendo cometido delitos, os presos em Cajazeiras são tratados como seres humanos e precisam ter boas acomodações” frisou.

O Mutirão carcerário
Atendendo determinação do Conselho Nacional de Justiça , a Comarca de Cajazeiras realizou o mutirão carcerário, onde processos foram enviados para analises na cidade de Patos, onde não foi constatado que nenhum dos atuais apenados da cadeia, encontrava-se cumprindo pena, quando sua punição já havia acabado.

Cajazeiras foi considerada pelo Conselho Nacional de Justiça, como uma das melhores Comarcas do estado em termos de acompanhamento de processos.

Durante o mutirão apenas quatro apenados foram postos em liberdade, seja condicional ou definitiva, tendo em vista que os processos já estavam aguardando apenas a expedição dos alvarás de solturas.

JOSELITO FEITOSA
Da Redação do Diário do Sertão

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