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VÍDEO: Padre de Cajazeiras vê relação entre discurso de Bolsonaro a favor de armas e massacre de Suzano

Massacre que deixou nove mortos em escola na Grande São Paulo ocorre no momento em que o país se divide entre quem apoia e quem condena o porte de arma

Por Jocivan Pinheiro

15/03/2019 às 13h43 • atualizado em 15/03/2019 às 13h53

Até que ponto o discurso de apoio a posse de armas do presidente Jair Bolsonaro (PSL), enfatizado durante sua campanha eleitoral e mantido no governo, tem relação como o massacre de Suzano? É sobre esse assunto que o Padre Francivaldo comenta no Direto ao Ponto desta sexta-feira (15).

Na manhã de quarta-feira (13), Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos, e Luiz Henrique de Castro, de 25, invadiram a Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano-SP, e mataram sete pessoas a tiros (seis alunos e uma coordenadora pedagógica.

A investigação aponta que, depois do ataque na escola, um dos assassinos matou o comparsa e, em seguida, se suicidou. Antes de invadirem a escola, um deles baleou e matou o próprio tio em uma loja de automóveis.

VEJA TAMBÉM: Padre Francivaldo afirma que decreto de Bolsonaro é prestação de contas com as empresas de armas que o financiaram

Corpos dos adolescentes assassinados são levados do velório, na Arena Suzano, para enterro (Foto: Roberto Casimiro/Fotoarena/Estadão Conteúdo)

De acordo com o delegado Ruy Ferraz Fontes, a investigação aponta que os autores do massacre esperavam reconhecimento e se inspiraram no massacre de Columbine, nos Estados Unidos, em 1999. “Não se sentiam reconhecidos, queriam demonstrar que podiam agir como Columbine, com crueldade e com um caráter trágico, para que fossem mais reconhecidos do que eles eram”.

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