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Denise contra radialista; adeus ao Centro de Imagens; ‘guerra’ entre o prefeito, a primeira-dama e Marcos Barros; e os segredos de Carlos Antônio contra Zé Aldemir na coluna Faisqueira; confira!

A polêmica coluna Faisqueira, do Jornal Gazeta do Alto Piranhas e Portal Diário do Sertão, destrincha as últimas da política cajazeirense com seu típico humor ácido

Por Jocivan Pinheiro

03/06/2017 às 19h55 • atualizado em 03/06/2017 às 20h00

Denise Albuquerque, ex-prefeita de Cajazeiras

Crime – Quando um produtor rural da região do Alto Piranhas tomou conhecimento de que o IBAMA fechou as portas em Sousa, deu graças e louvou a Deus e explicou: “Fui tratado certa vez como um perigoso criminoso por ter derrubado uns pés de jurema para plantar milho e feijão e na minha vida nunca tive minhas terras ‘invadidas’ por homens armados até os dentes. Além da humilhação, tive que pagar uma multa”. Ele ainda sentenciou: “Esse órgão, quanto mais longe de nós melhor.”

Cuspindo no prato que comeu – A ex-prefeita de Cajazeiras, Dra. Denise, ao tomar conhecimento de que um radialista cajazeirense havia feito duras criticas à sua pessoa e envolvendo seus familiares, pelas redes sociais respondeu: “Caro amigo, um dia você me disse que eu era como uma mãe. O mundo é cíclico, nos encontraremos novamente com certeza. Aguardarei esse momento com muitas orações por você. Deus nos guarde de todo ódio disfarçado de bem querer”. Caso esta resposta fosse para um jegue, o rabo caia pelo tronco.

Destilando o seu veneno – Faleceu em João Pessoa a cajazeirense Ivone Guimarães, filha do legendário e histórico comunista Sabino Guimarães. Ela prestou relevantes serviços à sua terra como chefe do CREA e diretora da Biblioteca Pública Municipal Castro Pinto, e teve uma participação muito forte na imprensa pelos ácidos e fortes comentários que fazia nas emissoras da cidade, inclusive na Rádio Alto Piranhas, onde tinha uma participação no programa Trem das Onze com o quadro “Ivone Guimarães destila o seu veneno”.

Carnaval de Cajazeiras voltou à Avenida Juvêncio Carneiro em 2017

Cortesia – Teria sido revelado que as bandas que tocaram no carnaval de Cajazeiras e que não constaram os seus valores na prestação de contas feita pela prefeitura, quem pagou todas elas foi o empresário que ganhou a licitação para exploração comercial do evento. Um ‘mimo’ diferente e até certo ponto estranho.

Pobre IPAM – O Instituto de Previdência do município de Cajazeiras tem sido ao longo de sua existência a tábua de salvação dos gestores municipais, que têm feito “saques” de suas reservas financeiras, além de não repassarem a parte patronal, fatos que provocaram um ‘pequeno’ rombo de mais de 30 milhões de reais. Uma conta impagável.

Prejuízo incalculável – Este “rombo” de mais de 30 milhões de reais nas contas do IPAM faz com que o município de Cajazeiras seja incluído no CAUC e se torne inadimplente e fique impedido de receber recursos federais. Não se tem uma ideia de qual o tamanho do prejuízo que o município já teve por este triste e doloroso fato.

Calvário – A administração do prefeito de Cajazeiras, Zé Aldemir, tem comido brocha misturada com arame farpado na tentativa de retirar o nome do município do cadastro de devedores da União, e todos os recursos que já deveriam estar nos seus cofres dificilmente aportarão até o final do ano. Isto significa adeus ao Centro de Imagem e os mais de 8 milhões de reais para obras estruturantes.  Uma desgraça maior do que esta seca de seis anos que vive o município.

Prefeito José Aldemir e sua esposa, a secretária de Saúde Paula Francinete

 Frustrada – O prefeito Zé Aldemir solicitou uma reunião com os quinze vereadores de Cajazeiras, mas só compareceram nove. Com isso, o que ele queria comunicar/debater foi adiado. Indagado sobre o que era, nada revelou. Mistério no ar. Talvez o Cristo Redentor saiba do que se trata.

Entre tapas e beijos – O vereador Marcos e a secretária de Saúde e primeira-dama Dra. Paula andaram se “bicando” no ar em uma emissora de rádio de Cajazeiras. Antes tinha sido durante uma sessão da Câmara. De quebra, o prefeito Zé Aldemir teria dito que não adianta “estrebuchar”, porque com Marcos não tem aproximação. Esta briga vai longe.

Abriu o verbo – Depois de um longo silêncio, o ex-prefeito de Cajazeiras resolveu “abrir o bico” e disse que em breve tem novidades sobre a gestão de Zé Aldemir, e deu outra cutucada: “Falar é fácil, difícil é governar”, disse ele. O que será que vem por aí?

Xameguinho – O “resgate do Xamegão”, prometido durante a campanha pelo prefeito Zé Aldemir, que seria trinta dias, foi tirado um zero e virou três. Ele declarou: “É tudo que o município pode realizar”, e disse ainda que vai passar o chapéu para pedir ajuda aos empresários. Vituriano continua sendo o “Rei do Xamegão”.

DIÁRIO DO SERTÃO

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