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Chuvas até maio devem ser dentro da média no Sertão da Paraíba, afirma Aesa

De acordo com o presidente da Aesa, Porfírio Catão Cartaxo Loureiro, no mês de março a equipe de meteorologistas da agência estadual realizará um novo Prognóstico Climático

Por Diário do Sertão com Assessoria

25/01/2019 às 09h53 • atualizado em 25/01/2019 às 09h54

Chuvas irão diminuir nos próximos dias

O quadrimestre de fevereiro a maio, conhecido como o período chuvoso no Sertão, Alto Sertão, Cariri e Curimataú, será de chuvas dentro da média histórica destas regiões, de acordo com o Prognóstico Climático divulgado nesta quinta-feira (24) pela Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa).

Segundo o gerente de Monitoramento e Hidrometria da Aesa, Alexandre Magno, a expectativa é de que, no acumulado dos próximos quatro meses, o índice pluviométrico do Alto Sertão fique entre 500 e 800 milímetros. No caso do Sertão, a quantidade esperada de chuvas é de no mínimo 440 e no máximo 740 milímetros. Para o Cariri, o número deve ficar entre 260 e 430 milímetros.

“A configuração das condições oceânico-atmosféricas globais, bem como os resultados de modelos de previsão climática de instituições nacionais e internacionais, indicam alta probabilidade das chuvas ocorrerem dentro da faixa de normalidade durante este período, que chamamos de quadra um”, explicou Magno.

O Prognóstico Climático também destacou a quantidade de chuva esperada nas outras regiões: Litoral, entre 560 e 940 milímetros; Brejo, entre 390 e 650 milímetros; Agreste, entre 280 e 460 milímetros. “É importante destacar que estes números não são mensais. O que deve estar dentro destes parâmetros é volume acumulado durante o quadrimestre” acrescentou.

De acordo com o presidente da Aesa, Porfírio Catão Cartaxo Loureiro, no mês de março a equipe de meteorologistas da agência estadual realizará um novo Prognóstico Climático. “Desta vez nossos olhos estarão voltados para Litoral, Brejo e Agreste, mais especificamente no período de abril a julho, quando são esperados os maiores índices pluviométricos nestas regiões”, anunciou.

Açudes – Quarenta dos 128 açudes monitorados pela Aesa estão com menos de 5% da capacidade. Outros 36 estão com volume abaixo dos 20% e 51 reservatórios estão com mais de 20%. Apenas um açude está sangrando, o São José 2, localizado na cidade de Monteiro, no cariri paraibano.

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