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VÍDEO: Chefe da PM de Cajazeiras defende porte de arma para ‘cidadão de bem’: “Não se sente protegido”

Ao falar sobre a liberação do porte de arma para 'cidadão de bem', Major Terceiro avalia como 'cidadão de bem' aquele que não utiliza o crime como meio de vida

Por Jocivan Pinheiro

11/07/2019 às 14h18 • atualizado em 11/07/2019 às 14h20

No programa Xeque-Mate, da TV Diário do Sertão, o comandante da Polícia Militar de Cajazeiras, major Nicolau França de Alencar Leite Terceiro, defendeu o porte legal de arma de fogo para civis, desde que o Estado ofereça capacitação prática e preparação psicológica para este fim.

Ao responder sobre a liberação do porte de arma para o ‘cidadão de bem’, Major Terceiro avalia como ‘cidadão de bem’ aquele que não utiliza o crime como meio de vida. Para ele, o indivíduo que se envolve em um crime, mas paga por ele juridicamente e não reincide, ainda pode ser considerado um ‘cidadão de bem’.

“Qualquer um de nós está passivo a praticar um crime. Não é da nossa natureza, não é da nossa vontade. A gente tem um embasamento jurídico, cultural, tem a questão familiar e a questão de Deus. A gente não pode esquecer nenhuma dessas situações. Mas, diante dessas possibilidades, existe a situação do cidadão comum praticar um crime, seja de maneira dolosa ou culposa”.

VEJA TAMBÉM: Novo comandante da Polícia Militar de Cajazeiras fala sobre o que vai ser mantido e mudado na sua gestão

Major Terceiro não considera o ‘cidadão de bem’ armado uma ameaça à segurança pública: “Eu acredito que o cidadão de bem nunca vai ser uma ameaça à polícia, ele vai ser sempre uma ajuda. Se ele está disposto a colaborar a partir do momento que cometer um crime e não quer viver da criminalidade, a gente tem que aprender no Brasil a separar essas situações”.

Ainda segundo ele, o desejo de grande parte da população brasileira de possuir uma arma de fogo para se proteger é consequência das falhas do Estado em oferecer segurança pública efetiva e de qualidade.

“Às vezes ele [o cidadão] vai procurar arma porque não se sente protegido, porque não tem polícia, porque o Estado é distante, nas redondezas está acontecendo muito crime e leva o cidadão de bem a se armar. Será que é necessário o cidadão se armar quando ele tem um Estado que lhe protege?”, indaga.

Redação DIÁRIO DO SERTÃO

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