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Jovem desabafa e diz que empresas de Cajazeiras não dão empregos a pessoas LGBT: “Já cansei de falar”

Transexuais e travestis dependem de aceitação por parte das empresas para garantirem o emprego

Por Campelo Sousa

28/08/2020 às 17h22 • atualizado em 28/08/2020 às 17h31

O jovem militante Jaaysllan Araújo, participou do programa Balanço Diário da TV Diário do Sertão que é apresentado por Fernando Antônio e falou sobre a exclusão de pessoas transexuais no mercado de trabalho na cidade de Cajazeiras, Sertão da Paraíba.

Sem legislação específica que garanta espaço no mercado de trabalho, transexuais e travestis dependem de iniciativas pontuais por parte de algumas empresas.

“Cajazeiras não emprega e dá as costas a maioria dos LGBT, dá as costas a mulheres e homens transsexuais e travestis, são pessoas iguais a qualquer outras, somos humanos de carne e osso”, destacou.

Jaaysllan é ativista militante LGBT (foto: reprodução/Facebook)

O ativista também disse que o preconceito ainda permanece incluído nas empresas de Cajazeiras:

“Uma roupa, corte de cabelo ou um estilo de vida não define caráter de ninguém, quem me conhece sabe que minhas vestimentas não dizem nada de quem eu sou. Tem tanta gente que se veste tão bem e rouba, mata e por estar se vestindo bem fica calado na sociedade”, revelou.

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