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VÍDEO: Professor explica por que Cajazeiras vence disputa com Sousa e Patos pela sede do IF do Sertão

MEC tirou da gaveta Projeto de Lei que dispõe sobre o desmembramento do Instituto Federal da Paraíba (IFPB) para criar o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão da Paraíba (IFSPB)

Por Jocivan Pinheiro

30/08/2021 às 15h55 • atualizado em 30/08/2021 às 15h58

O Ministério da Educação (MEC) tirou da gaveta um Projeto de Lei que dispõe sobre o desmembramento do Instituto Federal da Paraíba (IFPB) para criar o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão da Paraíba (IFSPB).

O professor Daladier Júnior, que está à frente dessa luta desde o início, participou do programa Olho Vivo nesta segunda-feira (30) e demonstrou confiança de que, finalmente, o projesto sairá do papel. Ele disse que o campus de Cajazeiras disputa com os campus de Sousa e Patos para ver onde será a sede.

Para Daladier, o campus de Cajazeiras tem história e números que comprovam que ele deverá sediar o IFSPB. Mas para isso deve superar a influência política das outras cidades. Nesse sentido, Patos tem mais peso por causa do deputado federal Hugo Motta (Republicanos). No entanto, Daladier ressalta que Motta não se interessou em defender essa causa no começo.

“Toda essa luta foi encampada pelo Campus Cajazeiras. Em nenhum momento a gente viu, por exemplo, o deputado Hugo Motta apoiando essa bandeira. Agora que tudo se desenha para a criação do Instituto Federal, ele vai puxar a sardinha pro lado de Patos. Mas reiteramos o fato de que nunca antes na histópria, a cidade de Patos, em relaçao a representatividade política, lutou pela criação do Instituto Federal do Sertão”, disse Daladier.

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Daladier também destaca que, além de autonomia financeira, o IFSPB poderá tomar suas próprias decisões sem depender de aval ou consulta da atual sede em João Pessoa.

“O grande diferencial não é só a parte financeira, mas, principalmente, a tomada de decisão pontual. Nós do Sertão é que vamos tomar nossas decisões, não vamos esperar as decisões do Litoral. Nós precisamos corrigir essa distorção histórica em relação a distribuição de renda e nada melhor do que fazermos isso através da educação, trazermos empresas de tecnologia, fomentarmos a criação de parques tecnológicos. Essa tomada de decisão pontual vai fazer com que a gente possa lidar diretamente com o Governo do Estado e com outras lideranças políticas a fim de que a gente possa trazer mais emprego e renda para nossa região através de uma educação inclusiva e inovadora”.

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