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Diretor do Hospital Regional de Cajazeiras pode pedir demissão

O pedido está sendo motivado pela possivel nomeação de Luciana Abreu para o cargo de diretora administrativa do HRC, pelo fato da mesma ser filha de Vituriano, que será candidato em 2010.

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21/10/2009 às 13h09

A nova política de saúde implantada no Hospital Regional de Cajazeiras, no inicio do governo Maranhão, pode cair por terra, caso seja oficializada a nomeação de Luciana Abreu, com a nova diretora administrativa da principal casa de saúde de Cajazeiras.

O pedido de exoneração da ex-diretora, a administradora Carme Dantas, trouxe o inicio de uma crise administrativa dentro do hospital. O diretor geral do HRC, Dr. Antonio Fernandes, afirmou, que caso seja confirmado a nomeação de Luciana, o seu pedido de renuncia será entregue ao secretário de saúde do estado José Maria de França, por entender que, por ser irmã do prefeito Léo Abreu e filha do ex-prefeito Vituriano de Abreu, trará ingerências políticas para o hospital, que vive um momento de mudanças de paradigmas, com a implantação da gestão tripartite, que vem melhorando consideravelmente os atendimentos e a estrutura do HRC.

A afirmação está preocupando a toda a população, em virtude do HRC está vivendo um momento novo na política de saúde da região.

A secretaria de Saúde recentemente triplicou os recursos destinados ao HRC, que eram na ordem de 160 mil mensais, e agora os recursos chegam a 480 mil por mês, além das reformas que estão sendo realizadas na UTI, enfermarias e berçário.

O novo modelo de direção do HRC, é tripartite, composta pelas diretorias Geral que é um cargo cuja indicação pertence à UFCG, Administrativa, cuja indicação é de responsabilidade da Prefeitura e a Clínica, que é uma prerrogativa do Governo do Estado, via Secretaria de Saúde.

A diretoria Geral tem a frente Dr. Antonio Fernandes Filho, a direção administrativa era exercida pela Administradora Carmem Dantas, já direção clinica tem o comando do Dr. Arturo Fernando Gonzales. Esse modelo de gestão representa um avanço em termos de administração pública hospitalar.

A gestão tripartide possibilita que a diretoria tenha mais autonomia em suas decisões e afaste definitivamente a ingerência política sobre qualquer assunto ligado à instituição.

JOSELITO FEITOSA
Da Redação do Diário do Sertão

Foto: COFEMAC

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