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Dono de lava jato utiliza água do posto de saúde de Sousa para lavar carros

Não é de hoje que se tem noticia de pessoas que usam o bem público ao proveito próprio. Neste caso, quando o sujeito é servidor público, a denominação é “peculato”. Quando não, pode-se chamar de crime contra o patrimônio público. Não fugindo à regra, é exatamente isso que está acontecendo na comunidade do Núcleo II, […]

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15/10/2009 às 22h08

src=http://www.pedeborracha.com/UserFiles/site/18168-37-A-202-20070905165533745_n.jpgNão é de hoje que se tem noticia de pessoas que usam o bem público ao proveito próprio. Neste caso, quando o sujeito é servidor público, a denominação é “peculato”. Quando não, pode-se chamar de crime contra o patrimônio público.

Não fugindo à regra, é exatamente isso que está acontecendo na comunidade do Núcleo II, do Perímetro Irrigado de São Gonçalo, em Sousa. Lá um senhor por nome João Novo, usa ao bem do seu comércio particular a água potável de uma caixa d’água que abastece o posto de saúde daquela localidade.

Diante desse crime, quando a coisa é feita às escondidas, sem o conhecimento da autoridade competente, no caso a Prefeitura Municipal de Sousa, se pondera em exigir uma atitude de quem responsável pela repartição pública até porque ninguém é onipresente. Mas, pelo visto, esse não é o caso.

Denúncia
O senhor João Novo, segundo informações dos moradores do Núcleo II, há muito tempo faz uso indevido da água potável do posto de saúde para lavar veículos em seu lava-jato. Provavelmente, sem tirar do bolso um vintém para pagar o consumo da água usada, e pior, certamente, com o aval da Prefeitura de Sousa já que o desvio da água – que é pública – é executado todos os dias aos olhos de todos, sem que nenhuma providência tenha sido, até hoje, adotada.

A questão do uso indevido da água para lavar veículos, remete-nos a imaginar o drama pelo qual passa a população do Núcleo II. É muita contradição. Enquanto há água potável e pública sobrando para fazer prosperar um comércio particular, os moradores do II passam sede. Ah! E quando a Prefeitura sabe e não toma conhecimento do caso, o crime se chama “prevaricação”, passivo de punição. Enquanto isso, a população do Núcleo II vai ao extremo do sacrifício indo e voltando com latas d’água na cabeça.

LEVI DANTAS
Da redação do Diário do Sertão

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