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Bancos de Uiraúna, Bonito, São João e São José de Piranhas voltam as atividades

Segundo Nelson Soares presidente do Sindicato dos Bancários da Região de Cajazeiras a orientação do Comando Nacional é continuar com a greve por tempo indeterminado.

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09/10/2009 às 18h22

Após nova proposta salarial, bancários do Banco do Brasil, da Nossa Caixa e dos bancos privados de São Paulo aprovaram, em assembléias realizadas no começo da noite desta quinta-feira (8), encerrar a greve que já durava 15 dias. Os funcionários da Caixa Econômica Federal votaram pela manutenção do movimento. Em Porto Alegre, bancários de instituições privadas também decidiram encerrar a greve.

No Sertão da Paraíba
Os Bancários do Banco do Brasil das cidades de Uiraúna, São José de Piranhas, Bonito de Santa Fé e São João do Rio do Peixe decidiram volta às atividades nesta sexta-feira (09), já as agências dos Bancos do Brasil, Nordeste e Caixa de Cajazeiras e Itaporanga resolveram acompanha a decisão do sindicato em continuam á greve.

Os bancários dos bancos Bradesco, Real e Itaú que fazem parte da rede privada em todo estado, retornam ao trabalho já a partir desta sexta-feira (9).

Orientação
Segundo Nelson Soares presidente do Sindicato dos Bancários da Região de Cajazeiras a orientação do Comando Nacional é continuar com a greve por tempo indeterminado. Nelson salientou que as negociações continuam com os banqueiros para que os serviços possam ser restabelecidos.

A assembléia foi realizada na sede do sindicato localizada na Avenida Beira Rio, em João Pessoa, na Paraíba.

A proposta
A proposta da Fenaban ("braço" sindical da Febraban – Federação Brasileira dos Bancos) foi apresentada ontem ao Comando Nacional dos Bancários, que levou como indicação aos sindicatos estaduais a saída da greve e aceitação da proposta. Segundo a Contraf (Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro), a Fenaban apresentou proposta de reajuste salarial de 6%. Na primeira reunião de negociação, a federação tinha oferecido reajuste de 4,5%.

Além do reajuste, a Fenaban manteve o teto de distribuição do PLR (Participação nos Lucros ou Resultados) em 2% do lucro líquido dos bancos aos funcionários e teto de R$ 2.100.

Inicialmente, os bancários pediram reajuste de 10%, além de PLR (Participação nos Lucros ou Resultados) composta por três salários mais valor fixo de R$ 3.850. A proposta da Fenaban previa pagamento de 1,5 salário, limitado a R$ 10 mil e a 4% do lucro líquido do banco. Os trabalhadores pediam também proteção ao emprego, mais contratações, além do "fim do assédio moral e das metas abusivas".

Segundo a Contraf, mais de 35% das quase 20 mil agências bancárias e postos de trabalho ficaram paralisadas, percentual três vezes maior em comparação ao início da greve.

Contas

A paralisação das agências não altera as datas de vencimento de contas e dívidas. A Fenaban orienta a população a procurar casas lotéricas, supermercados, farmácias, ou pagar as contas pela internet ou pelo telefone.

A Federação, no entanto, não apresentou alternativas para as pessoas que não têm acesso à internet e/ou possuem dificuldades em realizar operações por telefone ou em caixas eletrônicos.

Da redação do Diário do Sertão
Com Portais Uol e Correio

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