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Setor de Serviços tem mais uma queda; Paraíba e mais dois estados tiveram as maiores quedas

Em agosto, o setor de Serviços recuou 1,0% frente a julho, após queda de 0,8% em julho e alta de 1,3% em junho, na série com ajuste sazonal.

Por Luzia de Sousa

17/10/2017 às 15h22 • atualizado em 17/10/2017 às 15h24

Em relação a agosto de 2016, na série sem ajuste sazonal, os Serviços caíram 2,4%, e mantiveram a sequência negativa iniciada em abril de 2015. Os acumulados no ano (-3,8%) e em 12 meses (-4,5%) não foram alterados.

Na comparação com julho, os Serviços prestados às famílias interromperam uma sequência de três meses consecutivos de crescimento, e foram a única atividade com queda em agosto (-4,8%). Serviços profissionais, administrativos e complementares (1,6%), Outros serviços (1,0%), Transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio (0,7%) e Serviços de informação e comunicação (0,3%) tiveram variações positivas. As Atividades turísticas, um agregado especial, caíram 3,1%.

A receita nominal em agosto baixou 0,6%, frente a julho. Na comparação com agosto de 2016, o crescimento foi de 2,0%. Os acumulados no ano (1,7%) e em 12 meses (0,7%) não foram alterados.

Na comparação com agosto de 2016, houve queda em quatro das cinco atividades pesquisadas: Outros serviços (-9,0% e -0,7 ponto percentual), Serviços profissionais, administrativos e complementares (-5,9% e -1,5 p.p.), Serviços prestados às famílias (-4,4% e -0,4 p.p.) e Serviços de informação e comunicação (-3,4% e -1,3 p.p.). Apenas a atividade de Transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio (5,3% e 1,5 p.p.) cresceu.

Alagoas, Paraíba e Amazonas tiveram as maiores quedas nos serviços
Entre as 27 unidades federativas, as maiores baixas nos Serviços, na comparação com julho, ocorreram em Alagoas (-5,9%), Paraíba (-3,6%) e Amazonas (-2,9%). Os estados que mais cresceram foram Roraima (9,8%), Bahia (3,8%) e Piauí (3,5%).

Quanto aos resultados frente a agosto de 2016, Mato Grosso (15,8%), Paraná (5,5%) e São Paulo (0,8%) foram os destaques positivos. As maiores baixas foram no Distrito Federal (-13,3%), Paraíba (-12,7%) e Amapá (-12,2%).

Dos 12 locais pesquisados, atividades turísticas cresceram apenas no Espírito Santo
Frente a julho, as Atividades turísticas caíram em 11 dos 12 locais pesquisados, com exceção do Espírito Santo (1,2%): Pernambuco (-8,5%), Rio de Janeiro (-7,4%), Ceará (-6,8%), Santa Catarina (-6,1%), Goiás (-5,9%), São Paulo (-3,9%), Rio Grande do Sul (-3,1%), Paraná (-1,2%), Bahia (-0,7%), Distrito Federal (-0,4%) e Minas Gerais (-0,1%).

Na comparação com agosto de 2016, houve crescimento das Atividades turísticas em: Espírito Santo (11,1%), Goiás (8,9%), Paraná (5,0%), Pernambuco (3,8%), Minas Gerais (1,5%) e Bahia (0,7%). Os resultados negativos foram em: Rio de Janeiro (-32,4%), Distrito Federal (-19,2%), Rio Grande do Sul (-11,3%), Santa Catarina (-4,6%), São Paulo (-2,5%) e Ceará (-0,4%).

PORTAL DIÁRIO com Sebrae

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