VÍDEO: Uiraúna, São João e São José de Piranhas são prioridade para ter campus do IF Sertão, diz Santiago
Wilson Santiago explica que a segunda fase do projeto prevê um estudo de necessidade e viabilidade para implantar outros campi no Sertão, com prioridade para cidades localizadas na região de Cajazeiras
O deputado federal Wilson Santiago (Republicanos) falou ao programa Olho Vivo, da TV e Rede Diário do Sertão, nesta sexta-feira (06), sobre as estimativas para a implantação do Instituto Federal do Sertão da Paraíba (IF Sertão), cujo projeto foi aprovado na Câmara Federal na terça-feira (03), com orçamento inicial de R$ 9 bilhões. Segundo ele, o presidente Lula estará no Sertão paraibano para participar da solenidade de lançamento.
Santiago recordou que a primeira versão do Projeto de Lei apresentado na Câmara em 2014 foi de autoria do seu filho, Wilson Filho (Republicanos), que hoje é deputado estadual licenciado e ocupa o cargo de secretário de Educação da Paraíba.
Quando Wilson Filho encerrou o mandato, Wilson Santiago tomou a frente do pleito em Brasília e reapresentou o projeto sugerindo que a reitoria seja sediada ou no campus de Sousa ou no campus de Cajazeiras. No entanto, ele ressalta que a decisão “técnica” ficará a cargo do Ministério da Educação (MEC). A cidade de Patos também entrou na briga.
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Outras cidades terão campus
Wilson Santiago explica que a segunda fase do projeto prevê um estudo de necessidade e viabilidade para implantar outros campi no Sertão, com prioridade para cidades localizadas na microrregião de Cajazeiras.
“Tem várias cidades que precisam, sim, merecem, sim, ter campus do Instituto Federal. Precisamos ter em Uiraúna, em São João do Rio do Peixe, em São José de Piranhas e em municípios do mesmo porte. Isso será uma discussão iniciada a partir da instalação do Instituto Federal de Educação do Sertão da Paraíba”, revelou.
O deputado reafirmou que as cidades de Uiraúna, São João do Rio do Peixe e São José de Piranhas devem ser prioridade para receber novos campi “por serem polos que atendem às condições e às necessidades”.
“Você adquire uma profissão, com certeza facilita ao estudante adentrar no mercado de trabalho. Se você tem um curso profissional, tem muito mais chance de buscar um emprego do que quem não tem curso nenhum”, destaca Santiago.
DIÁRIO DO SERTÃO
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