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Castigo no fim expõe fragilidades, e Fluminense terá que se superar no Uruguai

Tricolor vê o Nacional empatar após sequência de erros e sofre gol de cabeça de meia de apenas 1.72m. Equipe melhorou com a entrada da Airton e precisará ser mais regular em Montevidéu

Por GE

25/10/2018 às 09h04 • atualizado em 25/10/2018 às 09h05

Má fase do Fluminense (Foto: André Durão)

Richard erra o passe. A bola sobra para Ayrton Lucas, que erra novamente. Digão faz a falta na ponta direita. Após a cobrança, a bola sobra na entrada da área e Jadson comete nova infração. A batida dá origem a um escanteio e dele sai o gol uruguaio, da cabeça de um meia de apenas 1.72m de altura. A sequência de erros acima decretou o empate por 1 a 1 entre Fluminense e Nacional na noite da última quarta-feira, no Estádio Nilton Santos. E expões conhecidas fragilidades de uma equipe que terá que se superar em Montevidéu para sonhar com a semifinal da Sul-Americana.

O Fluminense vive um momento irregular na temporada. Intercala vitórias e derrotas em sequência. Foi assim nas últimas sete rodadas do Campeonato Brasileiro. E o jogo foi um retrato da atual fase. No primeiro tempo, quando jogou pior, o Tricolor saiu na frente. Na etapa final, com a equipe mais bem postada, sofreu o empate em uma jogada treinada à exaustão.

– O que precisamos é ter uma atuação mais regular. Começamos bem o jogo, e depois que fizemos o gol demos muita oportunidade para o adversário. No segundo tempo, corrigimos a marcação no meio campo e praticamente não tivemos muitos sustos. Quando eles saíram e nós conseguimos contra-ataques, faltou um pouco mais de capricho técnico e a melhor escolha da jogada na hora de tentar fazer o segundo gol – analisou o técnico Marcelo Oliveira.

Sem um lateral-direito de origem à disposição, o treinador improvisou Matheus Alessandro no setor no primeiro tempo. A opção não deu certo. Além do atacante pouco aparecer na partida, Sornoza se posicionou mais adiantado e sobrecarregou a dupla Richard e Jadson na saída de bola. Foram pelo menos três erros de passe que quase resultaram em gols do Nacional.

Já vencendo por 1 a 0 após o gol de Gum (confirmado pelo árbitro de vídeo após o auxiliar marcar impedimento), Marcelo Oliveira corrigiu a escalação no intervalo. Colocou Airton no lugar de Matheus e deslocou Jadson para a ala direita. O Flu cresceu de produção, melhorou a saída de bola e criou boas chances. Mas esbarrou em suas próprias limitações: faltou capricho para ampliar o placar.

Assim como faltou experiência na defesa na sequência de erros que resultou no gol de cabeça de Zunino. Até aquele momento, aos 42 minutos do segundo tempo, o jogo parecia controlado e o Flu era pouco ameaçado. Mas o time já estava sem Gum, jogador importante nas jogadas de bola aérea. O capitão saiu de campo reclamando de dores no joelho e no tornozelo direito.

Agora o Tricolor terá de se superar no Uruguai se quiser seguir sonhando com a classificação. Precisará marcar ao menos um gol em Montevidéu. Qualquer vitória classifica o Flu, assim como empates com mais de dois gols. Novo 1 a 1 leva a decisão para os pênaltis. Mas para avançar, sobretudo, a equipe terá de ser mais regular. Nem que seja só por 90 minutos.

– Temos que ter consciência de que eles vão nos pressionar nos primeiros minutos. Mas depois temos que usar os contra-ataques para causar danos. Essa é a chave para fazer um gol e buscar a classificação – resumiu Sornoza.

Após tropeçar em casa, o Fluminense volta a encarar o Nacional na próxima quarta-feira, às 19h30 (de Brasília), no Parque Central, em Montevidéu, pelo segundo jogo das quartas de final da Copa Sul-Americana. Antes, o Tricolor viaja para enfrentar o Santos, pela 31ª rodada do Campeonato Brasileiro, no sábado, às 16h30 (de Brasília).

Fonte: https://globoesporte.globo.com/futebol/times/fluminense/noticia/analise-castigo-no-fim-expoe-fragilidades-e-flu-tera-que-se-superar-no-uruguai.ghtml

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