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VÍDEO: Cantor explica como pretende administrar o Atlético e declara que o problema do clube é político

Eduardo Jorge confirmou que pretende ser presidente do Trovão Azul do Sertão. A informação havia sido dada em primeira mão pelo Blog do José Dias Neto

Por Jocivan Pinheiro

16/11/2018 às 17h23 • atualizado em 16/11/2018 às 17h30

Em entrevista à TV Diário do Sertão, o cantor Eduardo Jorge confirmou que pretende ser presidente do Atlético de Cajazeiras na temporada 2019. A notícia foi dada em primeira mão no Blog do José Dias Neto.

Eduardo disse que após a informação repercutir, ele tem recebido várias ligações de amigos perguntando se ele “está doido” ao topar o desafio de administrar o Trovão Azul do Sertão. Mas o músico afirma que é possível não acumular dívidas se a diretoria gastar apenas o que tem à disposição.

“Eu tenho consciência da dificuldade que é ser presidente do Atlético, que é fazer futebol no interior da Paraíba. Mas também não vejo uma forma de deixar o Atlético não participar do campeonato [Paraibano 2019] por falta de presidente. É muito provável que quem for assumir o Atlético tenha que sentar, fazer as contas, ver o que o Atlético tem à disposição. Todo mundo sabe que muita gente no início se compromete, mas poucas pessoas chegam”, diz o músico.

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Eduardo ressalta que o clube tem algumas verbas de patrocínios garantidas todo ano e que, segundo ele, dá para trabalhar inicialmente com essa ajuda. Porém, caso o time corresponda em campo, a consequência seria o aumento da renda das arquibancadas e a chegada de mais patrocinadores.

“Nós temos dois ou três apoios que são reais. Então, dentro desses apoios você tem que construir a sua meta de gastos. Você tem que ter conhecimento no futebol, amigos no futebol, treinadores que aceitem sua proposta, se engajem com você e venha para Cajazeiras. Se o resultado não vier, será consequência. Mas ele não pode deixar de vir pela falta de organização fora de campo”.

Eduardo confirma que já conversou com o técnico Severino Maia, com alguns ex-jogadores e possíveis membros da comissão auxiliar. Mas, para ele, o principal problema do Atlético é político. “Eu sei onde estou pisando. Jamais irei entrar num local para poder me endividar ou ter que ir embora de Cajazeiras”, completa.

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