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No Dia Mundial da Saúde Maranhão mostra preocupação com o setor no Brasil

Maranhão lembrou que há poucos dias foi aprovado no Senado Federal um projeto, do qual foi relator, para indenização das vítimas da Talidomida

Por Luzia de Sousa

08/04/2016 às 16h19

Senador paraibano José Maranhão (PMDB)

Neste Dia Mundial da Saúde (7 de abril), o senador José Maranhão (PMDB/PB) manifestou solidariedade àqueles que têm problemas de saúde e não encontram no Estado brasileiro segurança para vencer suas dificuldades.

Maranhão lembrou que há poucos dias foi aprovado no Senado Federal um projeto, do qual foi relator, para indenização das vítimas da Talidomida – uma reivindicação de muitos anos atrás que, ressaltou o senador, só agora encontrou uma solução. “A Constituição de 88 consagrou o princípio de que a saúde é um dever do Estado e um direito de todos. Mas estamos longe de chegar lá” declarou.

“Neste Dia Mundial da Saúde, faço questão de consignar a minha preocupação e o meu compromisso com a saúde pública no Brasil” afirmou José Maranhão, ao destacar a crise de saúde enfrentada pelo País diante das dificuldades de conter a propagação do mosquito Aedes Aegypti, que espalha o vírus causador da Dengue, Zica e Chikungunya. Para José Maranhão, até hoje não houve um programa consistente capaz de resolver este problema de saúde pública no Brasil. “Eu sei que é a solução complicada, que tem implicações no comportamento das pessoas, porque não se supera uma epidemia desta magnitude se o povo não estiver preparado para fazer sua parte. Mas compete ao governo adotar medidas para que, junto com a sociedade, possa resolver as demandas médico-sanitárias que envolvem o controle dessas doenças”, ressaltou o parlamentar paraibano.

Dia do Jornalista
Senador José Maranhão (PMDB/PB), também lembrou do Dia do Jornalista. “Quero cumprimentar os jornalistas, que são nossos companheiros na luta pela informação. O jornalista precisa da informação, assim como o político precisa do que o jornalista veicula. Os dois são interdependentes. Isso não significa subordinar a imprensa, que tem que ser sempre livre, aos interesses de qualquer partido, qualquer candidato ou político”.

Da secom

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