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Polícia apreende roupas suspeitas de marcas falsificadas em cinco lojas de João Pessoa

Prejuízo para marcas é de R$ 1 milhão, diz polícia. Delegacia de Defraudações e Falsificações e Receita Estadual participaram da operação.

Por Luzia de Sousa

28/07/2017 às 07h52

Loja no Tambiá, em João Pessoa, foi um dos alvos da 'Operação Vitrine' desta quinta-feira (27) (Foto: Gabriel Costa/G1)

“Operação Vitrine” foi deflagrada na tarde desta quinta-feira (27) em João Pessoa. Cinco lojas de roupas de João Pessoa são suspeitas de vender produtos falsificados de “marcas reconhecidas nacionalmente”, de acordo com a delegada Vanderleia Gadi. As roupas das lojas foram apreendidos, mas ninguém foi preso. Segundo a Polícia Civil, o prejuízo para as marcas chega a R$ 1 milhão.

A ação aconteceu em parceira entre a Polícia Civil, através da Delegacia de Defraudações e Falsificações, e a Receita Estadual. As cinco lojas da capital autuadas são duas em Manaíra, na Av. João Câncio, uma no Tambiá, uma no Bairro dos Estados e uma no Bessa.

“Em março deste ano, representantes de marcas de roupa nos procuraram [a Polícia Civil] e fizeram a denúncia de que lojas de João Pessoa estavam vendendo produtos falsificados. […] Como os produtos precisam passar por perícia para saber se são falsos, ninguém foi preso em flagrante”, informou a delegada Vanderleia.

Roupas foram apreendidas para perícia das lojas denunciadas em João Pessoa (Foto: Gabriel Costa/G1)

Além da suspeita de venda de produtos falsificados, a delegada informou que os representantes das marcas de roupas também procuraram a DDF pelo fato das lojas denunciadas não terem autorização das marcas para vender os produtos.

“Após a denúncia nós instauramos um inquérito policial, fizemos os levantamos iniciais, e representamos na Justiça cinco pedidos de mandados de busca e apreensão em desfavor das lojas”, contou Vanderleia.

Caso a perícia constate que as peças são falsificadas, os donos das lojas podem responder por crimes contra o consumidor, contra a ordem tributária e estelionato. Clientes vão poder procurar a delegacia, uma vez que foram vítimas de estelionato.

G1

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