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VÍDEO: Justiça nega habeas corpus para assassino de advogada de Cajazeiras e marca data do julgamento

Itamar Montenegro é acusado de assassinar com um tiro sua namorada Erika Vanessa. O crime aconteceu em 2014, em João Pessoa. Itamar cumpre prisão domiciliar

Por Jocivan Pinheiro

28/07/2018 às 18h26 • atualizado em 28/07/2018 às 22h15

A Justiça da Paraíba definiu para o dia 9 de agosto a data do julgamento do advogado Itamar Montenegro, acusado de assassinar com um tiro sua namorada, a advogada Erika Vanessa. O crime aconteceu no ano de 2014 em João Pessoa. Itamar está cumprindo prisão domiciliar.

Antes a Justiça já havia negado um pedido de habeas corpus da defesa do acusado que pedia sua liberdade definitiva até o dia do julgado. A secretária de Políticas Públicas para as Mulheres de Cajazeiras, Laurecy Penaforte, desconfia que o pedido de habeas corpus foi uma estratégia para que o acusado fugisse.

Laurecy articula em Cajazeiras a união dos movimentos feministas na campanha nacional que pede justiça para a família de Erika. Ela vê a recusa do habeas corpus como um sinal positivo.

“Quando eu li o resultado do habeas corpus, eu fiquei mais animada. De uma certa forma nós saímos  vitoriosas, e a campanha já havia começado”, disse.

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Itamar Montenegro e Erika Vanessa

O caso

Erika Vanessa de Sousa Lira tinha 31 anos quando foi assassinada por Itamar Montenegro com um tiro no rosto. O crime foi praticado dentro do apartamento onde eles moravam em João Pessoa no dia 5 de maio de 2014.

Itamar foi preso, mas depois conquistou o direito de cumprir a pena em casa graças a uma decisão do STF. Porém, Laurecy Penaforte conta que o acusado chegou a ser visto bebendo em um bar da capital na companhia de duas policiais.

Caravana

Para acompanhar o julgamento e exigir justiça, os movimentos em defesa das mulheres de Cajazeiras vão organizar uma caravana para João Pessoa. Eles também querem que um exame de gravidez que teria sido encontrado na cena do crime entre nos autos do processo para aumentar a pena do acusado, caso ele seja condenado.

“Eu fui construída dentro das lutas pelos direitos das mulheres e contra essa violência desenfreada. Eu faço parte de uma entidade que nós construímos em Cajazeiras que nasceu para combater essa violência e colocar os assassinos de mulheres nos presídios”, disse Laurecy

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