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Lira garante que Comissão do Impeachment entrega relatório em 10 dias e detalha próximos passos dos trabalhos

O relatório deve ser votado em Plenário no dia 11 de maio.

Por Luzia de Sousa

27/04/2016 às 18h20

Senador Raimundo Lira, senador do estado da Paraíba

Presidente da Comissão Especial que analisa a admissibilidade do processo de impeachment contra a presidente da República, o senador Raimundo Lira (PMDB-PB) garantiu que vai cumprir os prazos regimentais, e entregará o relatório final num prazo de 10 dias.

Raimundo Lira, eleito presidente da Comissão na terça-feira (26), detalhou o calendário e o funcionamento do colegiado. Ele afirmou que a apresentação do relatório do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) está prevista para o dia 4 de maio e a votação do texto em 6 de maio. O relatório deve ser votado em Plenário no dia 11 de maio.

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Lira garantiu que a comissão fará um debate amplo sobre o tema, para evitar qualquer tipo de contestação futura. Ele informou que o advogado-geral da União poderá estar presente, sem direito à palavra, no dia marcado para a apresentação da acusação. A defesa poderá se pronunciar em duas ocasiões, antes e após a apresentação do relatório. Pelo cronograma de trabalhado traçado pelo presidente da Comissão, nesta quinta-feira (28), será ouvida a acusação. Na sexta-feira (29), ouve-se a defesa da presidente.

Ao falar da metodologia a ser adotada na condução dos trabalhos, Raimundo Lira disse que vai trabalhar nos próximos dez dias úteis de uma forma clara, objetiva, tranquila e, acima de tudo, com isenção e imparcialidade. “Eu tenho dito e reafirmado que a minha posição será de total isenção em relação a ser contra ou a favor do impeachment. Eu também terei uma postura suprapartidária, e totalmente isenta e imparcial” garantiu.

O parlamentar paraibano também acredita que não terá muita dificuldade na Comissão, mas terá apenas que contornar algumas divergências de senadores integrantes de correntes contrárias e a favor do impeachment. Ele reafirmou que vai garantir o direito de acusação e a ampla defesa da presidente Dilma.

Assessoria de Imprensa

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