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Vereador denuncia: "Garis são tratados como se fossem lixo em Marizópolis"

Os garis não possuem luvas, máscara, botas, ou seja, nenhum tipo de proteção, o que vai contra toda uma legislação trabalhista de proteção ao servidor.

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22/07/2009 às 13h44

O vereador Sandrinho faz uma pelo aos meios de comunicação da região, como também, a justiça do trabalho, para que veja a situação desumana com que estão sendo tratados os garis da cidade de Marizópolis, que além de receberem menos de um salário mínimo, recebem atrasados e são expostos a todo tipo de insalubridade, sem que este direito conste em seus contra-cheques.

Os garis não possuem luvas, máscara, botas, ou seja, nenhum tipo de proteção, o que vai contra toda uma legislação trabalhista de proteção ao servidor.

Será possível que o poder público de Marizópolis, não tem um mínimo de dignidade para com seus funcionários, deixando-os expostos a vários tipos de doenças.

“Uma cidade com quase 7.000 habitantes, não pode viver com esse tipo de pensamento retrógrado, onde só um único indivíduo tem direito e os demais têm somente deveres, sendo esquecido até mesmo os direitos humanos dos cidadãos”, disse o vereador Sandrinho.

“Se a limpeza pública de Marizópolis é pseudo terceirizada, pelo menos deve-se tem uma fiscalização efetiva, pois a empresa é de fora, mais os garis, são filhos da terra e principalmente, são seres humanos que merecem respeito”, denunciou Sandrinho.

Do Folha  do Sertão

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