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VÍDEO: Médico defende isolamento horizontal e explica como o novo coronavírus ataca o organismo

Eduardo Algranti é médico pneumologista e pesquisador da Fundacentro. Possui mestrado em Pneumologia e doutorado em Saúde Pública

Por Jocivan Pinheiro

06/04/2020 às 15h51 • atualizado em 06/04/2020 às 15h59

No programa Olho Vivo da TV Diário do Sertão, o médico pneumologista Eduardo Algranti tirou as principais dúvidas acerca do novo coronavírus e defendeu o isolamento horizontal como principal forma de conter o avanço da epidemia.

Segundo ele, o isolamento vertical não poupa os idosos, pois as demais pessoas que saem às ruas trazem o vírus para casa. Já o isolamento horizontal é mais eficaz no início da epidemia.

Eduardo Algranti explicou que a dificuldade de combater o SARS-CoV-2 (novo agente do coronavírus) no organismo é porque ele é um vírus novo e, portanto, as pessoas ainda não desenvolveram imunidade a ele.

A facilidade de transmissão também é um desafio para as autoridades de saúde, pois o novo coronavírus é transmitido não só em gotículas de secreção nasal e oral de pessoa para pessoa, mas também porque ele pode permanecer em uma superfície por até 3 dias, e o contato com essa superfície sem luva provoca o contágio.

Eduardo Algranti defende que os casos com quadro clínico compatível com a doença também sejam computados como confirmados, e não apenas aqueles cujo exame laboratorial atestou positivo. Segundo ele, a grande maioria com suspeita de Covid-19 não fará o exame.

O médico comenta ainda sobre a gravidade provocada pelo vírus em pessoas com doença pulmonar ativa; as formas de diagnóstico; e as consequências da presença do vírus nos pulmões.

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Expert

Eduardo Algranti é médico pneumologista e pesquisador da Fundacentro. Possui mestrado em Pneumologia (University of Wales – 1982) e doutorado em Saúde Pública (Universidade de São Paulo – 1991). É leitor certificado em Leitura Radiológica de Pneumoconio (NIOSH/EUA) e membro do Collegium Ramazzini (Academia internacional independente, com membros convidados de mais de 30 países).

É diretor do Centro Colaborador em Saúde Ocupacional para a OMS de 2004 a 2017. Possui experiência na área de Pneumologia e Saúde Pública, com ênfase em Epidemiologia Clínica, atuando principalmente nos seguintes temas: epidemiologia, silicose, exposição à sílica e asbesto, asma ocupacional, métodos de imagem em doenças ocupacionais pulmonares.

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