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Criadores de peixe no Sertão sofrem com a seca e veem negócios acabados: “Solo rachado”

Francisco criou um tambaqui por mais de 15 anos como animal de estimação, mas, infelizmente o peixe não resistiu aos últimos meses de seca.

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25/09/2015 às 18h23

Uma reportagem da TV Paraíba mostrou que seca tem prejudicado também a vida de quem vive da criação de peixe. A situação de Pombal no Alto Sertão do estado não tem sido fácil para os psicultores. 

Francisco de Sousa tem um criatório e disse que nunca viu a rede sair tão vazia. Ele já chegou a criar 20 mil peixes entre tambaquis, curimatãs e tilápias dentro de um açude seis tanques, mas, sem chuvas não consegue seguir com negócio. “O pouco que tem vou vender e a tendência é acabar”, disse.

Francisco criou um tambaqui por mais de 15 anos como animal de estimação, mas, infelizmente o peixe não resistiu aos últimos meses de seca. “Pouca água, faltou oxigênio e ele morreu”.

Para o psicultor Antônio Alves a situação é ainda pior. Ele chegou a criar 32 mil peixes e hoje só resta solo seco e as carcaças dos peixes. Assim como Francisco, Antônio contava com as águas do Rio Piancó para ajudar na criação, mas, uma determinação da ANA (Agência Nacional das Águas) proibiu a retirada do leito do rio. “Se liberassem pelo menos uma vez por semana, mas, dizem que tá proibido e acabou”, lamentou.

Um dos pioneiros no ramo, o psicultor Sátiro Gadelha também vive a mesma coisa. “Antes perdíamos peixe porque a água levava, hoje perdemos pela falta dela”.

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DIÁRIO DO SERTÃO

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