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VÍDEO: Advogado repudia vice-presidente Mourão após afirmação de que não existe racismo no Brasil

Heberth Melo é advogado e professor de Direito. Ele afirmou que o vice-presidente é um “passador de pano” e tenta de certa forma jogar a cortina de fumaça em uma realidade brasileira

Por Luiz Adriano

23/11/2020 às 17h21 • atualizado em 23/11/2020 às 17h26

O advogado e professor universitário Heberth Melo, afirmou no Programa Balanço Diário da TV Diário do Sertão que João Alberto Silveira Freitas, homem negro, que foi assassinado na última quinta-feira (19) no Rio Grande do Sul, foi morto por ser negro. Ele reforçou que no Brasil existe um preconceito racial desde o nascimento: “Há um certo entendimento que a cor carrega a alma da marginalidade, mas quando a criança nasce, ela não nasce com nenhum rótulo, ela não nasce com nenhuma referência: ‘Se tem a pele negra vai ser bandido, se tem a pele branca vai ser policial’”, disse Heberth.

O advogado criticou a postura do vice-presidente da república Hamilton Mourão, que afirmou na última sexta-feira (20) que no Brasil “não existe racismo”. Heberth lembrou que Racismo é um tema sério, doloroso e que ainda não se consolidou, mesmo tendo Leis que reforce as conseqüências do ato contornando o Crime de Racismo como hediondo, inafiançável e inegociável. “Muitas vezes essa punição não vem, ou seja, continuamos e continuaremos tendo que viver essa realidade. E outros passam o pano, como o Mourão. Isso é um passador de pano! Ele tenta de certa forma jogar a cortina de fumaça em uma realidade brasileira”, disse o advogado.

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Hebert também lembrou de que Mourão em algumas outras entrevistas citou que “limpou a pele por ter casado com mulheres brancas”. Para o advogado, O Brasil, Infelizmente “se aprofunda e torna-se cada vez mais cruel com o racismo”.

O caso que repercutiu na última quinta-feira (19), foi a morte de João Alberto Silveira Freitas, homem negro,de 40 anos. João Alberto foi morto por dois seguranças em uma loja do supermercado Carrefour em Porto Alegre-RS.

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