Paz e amor. Será?

Por José Ronildo – Cajazeiras pelo que estamos observando vivencia um momento aparente de paz e amor na política, uma coisa impressionante que há muito tempo não se via, após os dos dois grupos políticos que se digladiavam pelo poder terem decido apoiar o mesmo candidato ao governo do Estado, no caso, Lucas Ribeiro. Todos estão evitando fazer críticas e ataques aos adversários e até defendem, no caso, os pré-candidatos a deputado estadual, que o eleitor escolha os filhos da terra e por isso, também evitam os ataques.
Mesmo assim, os analistas entendem que essa situação vai mudar após o pleito, ou até mesmo antes, pois tudo não passar de manter as aparências e que as diferenças, inclusive dentro dos grupos estão acontecendo de forma silenciosa. Dizem que tem muita fumaça queimando.
Alguns falam até em rompimentos e reviravoltas na política, com um novo rearranjo, como já aconteceu algumas vezes na política local. O clima no grupo político situacionista, por exemplo, já não é mais o mesmo, após a decisão do ex-prefeito José Aldemir sair candidato a deputado estadual.
Como dizem, a política é dinâmica. Poucos imaginavam por exemplo, a aliança entre os grupos de Júnior, Carlos Antonio e Denise com o então prefeito José Aldemir, já que eram adversários ferrenhos até bem pouco tempo e viviam trocando acusações. Uma aliança improvável, mas que aconteceu.
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O líder da oposição Chico Mendes não tem feito críticas à gestão da prefeita Corrinha, ou será, que não tem o que criticar. Ele e Zé Aldemir também estão jogando flores um no outro nos últimos tempos. Chico e Zé Aldemir têm defendido, inclusive, que os eleitores votem em um dos três deputados estaduais da terra, deixando de lado os forasteiros que levam nossos votos e nunca mais aparecem.
Até os vereadores da oposição baixaram a guarda e fizeram, especialmente Alysson Voz e Violão e deixaram de fazer qualquer tipo de crítica. Tudo isso é muito bom para a gestora. O ex-candidato a prefeito pela oposição Dr. Pablo Leitão que nos primeiros meses de governo chegou a criticar a saúde do município, vem tentando convencer o eleitorado de que não existe pacificação e que a trégua é apenas em nome do projeto momentâneo que o de eleger Lucas Ribeiro governador e também tem evitado fazer novas críticas ao municipal.
A gente sabe perfeitamente que oposição nunca enaltece os pontos positivos de um governo adversário. Prefere sempre destacar as falhas e os erros. O fato é que tá até difícil de fazer críticas ao trabalho que vem sendo executado, com grandes festas populares, obras e salários pagos dentro do mês trabalhado.
Curtas
Repercutiu intensamente nas redes sociais imagens e fotos do presidente Lula em uma Praia de sunga. O que chamou à atenção foi o bom porte físico do presidente que completou 80 anos de vida, inclusive, sem barriga. O presidente vem aconselhado a população a ter uma vida com hábitos saudáveis, como caminhadas.
O pré-candidato a governador Cícero Lucena recebeu o apoio da prefeita de Guarabira Léa e da filha, deputada estadual Camila Toscano. Quem não gostou da decisão foi o também pré-candidato ao governo, Efraim Filho. Quando precisaram foi a mim que procuraram, disse.
O prefeito de João Pessoa também deve receber muito em breve o apoio de Cássio Cunha Lima e do filho, Pedro.
A assistência à saúde melhorou muito na região nas últimas décadas. Antigamente quando um paciente dava entrada no HRC, por exemplo e precisava ser transferido para João Pessoa ou Campina, ia em uma ambulância velha. Detalhe: para conseguir a vaga precisava falar com político.
Hoje, deu entrada, o hospital é responsável pelo paciente. Precisando de transferência, em caso de um AVC, parada cardíaca, ou trauma, por exemplo, a própria casa de saúde providencia a transferência. Ao chegar em João Pessoa ou Campina, o acompanhante é direcionado para uma casa de apoio por uma assistente social.
Quando se faz necessário, em caso de urgência, um avião vem buscar, inclusive crianças cardiopatas.
A imprensa questionou a prefeita Corrinha sobre o fato de Cajazeiras ter perdido a sede do IFSertão para Patos.
Na realidade, a prefeita não tem o que fazer; nem ela, nem ninguém, afinal foi Hugo Mota, o paraibano hoje, com mais força política em Brasília, que convenceu Lula a enviar o projeto, que estava adormecido, para o Congresso Nacional.
O projeto original já previa que a sede seria em Patos. Como disse o professor José Antonio, perdemos mais uma.
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