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Zenildo Oliveira parabeniza todas as Mulheres sousenses neste dia 08 de março e defende a criação da coordenadoria da Mulher na cidade

Zenildo lembrou que, apesar dos avanços, as mulheres continuam lutando para não serem vítimas da violência.

Por Luzia de Sousa

08/03/2016 às 09h15

Empresário da cidade de Sousa, Zenildo Oliveira

O sousense Zenildo Oliveira presidente do diretório do PSD na cidade e pré-candidato a prefeito da cidade presta homenagem às mulheres brasileiras e em especial as sousenses pelo Dia Internacional da Mulher, comemorado nesta terça-feira (8) de março. “Mulheres trabalhadoras, mães incansáveis na educação dos seus filhos, as filhas amorosas e todas as jovens sousenses que tenha muita saúde e que sejam felizes e vitoriosas neste ano de 2016!”, são os votos de Zenildo que propõe a criação de uma Coordenadoria Municipal de Políticas para as Mulheres, em Sousa que reúna todas políticas públicas que pretende implantar num único local.

Zenildo lembrou que, apesar dos avanços, as mulheres continuam lutando para não serem vítimas da violência e que a data serve para fazer uma reflexão da necessidade da gestão pública de Sousa promover uma valorização de suas políticas públicas dirigidas as mulheres através da criação de uma Coordenadoria Municipal de Políticas para as Mulheres, em Sousa.

Enfrentar a violência contra a mulher está entre as prioridades do projeto colaborativo que vem sendo desenvolvido por Zenildo junto a sociedade civil organizada. Ele lembra que com o objetivo de punir agressores que cometem violência doméstica e familiar contra a mulher, em 7 de agosto de 2006, foi sancionada, pelo então presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, a Lei nº 11.340, conhecida popularmente como Lei Maria da Penha. Alinhado ao ideal desta legislação, o sousense defende que uma a implantação de uma coordenadoria municipal que aglutine todas as politicas públicas para as mulheres, o que seria na sua visão uma grande valia para a cidade, pois reuniria um espaço com inúmeras palestras sobre os direitos das mulheres, além disso, ofereceria um atendimento jurídico, psicológico e social às mulheres vitimas de violência, como cursos técnicos para capacitação profissional das mesmas.

Dados – Segundo a pesquisa Mulheres Brasileiras nos Espaços Público e Privado (FPA/Sesc, 2010), cerca de cinco mulheres são espancadas a cada dois minutos, no Brasil. Em 80% dos casos relatados, o parceiro (marido, namorado ou ex) é o agressor. Apesar do medo e da vergonha, por parte das mulheres, pesquisas apontam que denúncias de violência doméstica têm aumentado.

Isso comprova que as informações sobre a Lei têm alcançado muitas pessoas. De acordo com a Pesquisa Data Popular / Instituto Patrícia Galvão, hoje, 98% da população tem conhecimento sobre a Lei Maria da Penha e as mulheres têm, cada vez mais procurado ajuda para enfrentar os agressores.

Assessoria de comunicação

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