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VÍDEO: Para jornalista, o radialismo de Cajazeiras não seduz mais porque está repetitivo e preguiçoso

No programa de estreia do Jornal da Manhã, Cristiano Moura comentou sobre política e imprensa

Por Jocivan Pinheiro

11/07/2018 às 20h43 • atualizado em 11/07/2018 às 21h27

Na estreia do programa Jornal da Manhã, da TV Diário do Sertão, apresentado por Petson Santos, o jornalista Cristiano Moura foi um dos convidados que participaram ao vivo nos estúdios, nesta quarta-feira.

Sempre antenado com os assuntos de Cajazeiras, Cristiano comentou sobre política e imprensa. Acerca deste segundo tema, o jornalista criticou o radialismo que é feito hoje em dia na cidade.

Celeiro de grandes comunicadores e exemplo para a radiofonia paraibana, Cajazeiras hoje produz radio-jornalismo repetitivo, segundo ele.

“Tanto faz escutar o programa A, B ou C, de 7, de 9, de 11 [horas]. É bom dia; os aniversariantes do dia; um alô para doutor fulano, que está no poder; aí entra as policiais, o rame-rame político, o fuxico, e boa tarde, um abraço e até amanha”, ironizou o jornalista.

Para Cristiano Moura, os radialistas não querem mais se dedicar à pré-produção dos programas e não há mais interesse em fazer reportagens externas. Tudo é noticiado com base na internet, e aí mora um grande perigo para o profissional.

“Quando a cidade era muito menor, as emissoras tinham unidades móveis que circulavam com repórteres. Produção não existe mais. Como é que você faz jornalismo sem produção? De repente você está com um smartphone na mão e é fácil você cair numa mancada a vivo, uma fake news”.

Cristiano Moura no Jornal da Manhã, da TV Diário do Sertão

Gestão Zé Aldemir

Na seara da política e da gestão pública, Cristiano Moura deixou suas críticas à administração do prefeito José Aldemir. Apesar de reconhecer que o prefeito é bem-intencionado, o jornalista afirma que ele precisa de secretários com ‘sangue no olho’ para evoluir em alguns aspectos.

“A gestão do prefeito carece de quadros mais qualificados para ajudá-lo. Aparentemente a gente observa que ele tem uma correção no trato com a coisa pública. Mas nós sabemos que carece de quadros com sangue no olho parta levar uma gestão pública numa cidade desse tamanho”.

O jornalista elogiou as obras que estão sendo feitas, porém destacou pontos negativos como a dívida milionária no IPAM e a recusa em implantar o piso salarial nacional dos professores.

“São coisas que precisam de mais pulso, mais comando do prefeito para que a gestão dele funcione e diga realmente a que veio, que seria aquele tão propalado ‘fazer do jeito certo’”, frisou.

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