header top bar

section content

MILAGRE? Bebê nascido em Cajazeiras fica sem batimentos de coração e acorda sem ajuda de aparelhos

O caso do menino nascido na Maternidade Dr. Deodato Cartaxo comoveu a população e é o assunto mais comentado das redes sociais.

Por Luzia de Sousa

27/08/2018 às 08h59 • atualizado em 27/08/2018 às 16h32

Bebê nasceu na maternidade de Cajazeiras (Foto: Redes sociais)

Um menino nascido nessa sexta-feira (24), na Maternidade Dr. Deodato Cartaxo, em Cajazeiras, Sertão da Paraíba vem chamando a atenção da Paraíba. Ele nasceu  1 hora da madrugada, pesando 3.400kg.

A criança com dois dias de nascida parou de bater o coração, e segundo informações, o médico já estaria pronto para assinar a certidão de óbito, mas o menino abriu os olhos e o coração voltou a bater.

O bebê foi transferido para a UCI do Hospital Regional de Cajazeiras, está intubado, mas o quadro clínico é muito grave.

O médico pediatra plantonista da maternidade explicou à redação do Diário do Sertão nesse domingo (26), que o quadro do recém-nascido é grave, pois ele é acometido de uma cardiopatia complexa.

Ele disse que nesta segunda-feira (27), o bebê fará um ecocardiograma e será avaliado por uma médica referência em cardiopatia no Brasil.

A mãe já teve alta médica. A assessoria do HRC informou que vai divulgar nota oficial a respeito do caso da criança.

O caso mobilizou as redes sociais com pedidos de orações e apelos aos políticos no sentido de transferir a criança para uma UTI Neonatal, pois em Cajazeiras não existe.

DIÁRIO DO SERTÃO

Recomendado para você pelo google

ESPECIAL DE PÁSCOA

VÍDEO: TVDS exibe programa ‘Mensagem de Fé com Frei João Batista’ em especial de Semana Santa

FÉ E DEVOÇÃO

Sexta-feira Santa em Cajazeiras é marcada por várias celebrações religiosas e grande número de fiéis

SAÚDE

VÍDEO: Xeque Mate fala sobre a obesidade e médica endocrinologista tira dúvidas sobre a doença; Veja!

SEMANA SANTA PARA OS EVANGÉLICOS

VÍDEO: Pastor fala sobre significado da Páscoa para os protestantes: “É o sacrifício e a libertação”