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VÍDEO: Em Cajazeiras, diretor da SUDEMA explica por que cemitério da Zona Norte não foi liberado

João Vicente disse que para construir um cemitério é necessário se adequar às regras de meio ambiente que estão na Legislação brasileira

Por Jocivan Pinheiro

04/10/2018 às 22h41 • atualizado em 04/10/2018 às 22h46

O diretor da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (SUDEMA) na Paraíba, João Vicente, explicou porque a Prefeitura de Cajazeiras ainda não conseguiu a liberação para construir o cemitério da Zona Norte.

Em entrevista à TV Diário do Sertão, João Vicente disse que para construir um cemitério é necessário se adequar às regras de meio ambiente que estão na Legislação brasileira. E no caso de algumas regiões do Semiárido nordestino, essas regras são ainda mais rígidas para não comprometer o solo.

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João Vicente explica que no subsolo da Zona Norte de Cajazeiras há camadas de lençol freático, ou seja, localiza-se nele água aproveitável para consumo humano. Por isso a construção de um cemitério no local traz riscos à saúde.

“Um cemitério é um equipamento de alto impacto ambiental. É preciso que quem constrói se submeta às recomendações que a Legislação exige, não somos nós, SUDEMA, que exigimos.”

Terreno adquirido pela Prefeitura para construir o cemitério da Zona Norte

João Vicente completa: “Eu vou desgraçar o lençol freático para atender à veleidade de uma pessoa que não quer se submeter ao regramento? A SUDEMA nunca age pela minoria, só age pela maioria.”

DIÁRIO DO SERTÃO

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