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LUTA PELA VIDA! Estudante de 14 anos ainda aguarda transplante de medula óssea para sobreviver

A agricultora Maria de Fátima que é mãe de José revelou que o filho luta contra doença desde os sete anos.

Por Campelo - Diário do Sertão em Sousa

07/06/2019 às 08h18

José Genikelson Pereira da Silva, tem apenas 12 anos (foto: DS)

O sousense José Genikelson Pereira da Silva, de apenas 14 anos, é portador de uma doença rara chamada de anemia falciforme que causa produção anormal de glóbulos vermelhos do sangue.

O menino é irmão da estudante Emilly Caroline que morreu aos 16 anos no dia 04 de abril do ano de 2018 na UTI do Hospital Regional de Sousa, vítima da mesma doença. Ela também precisava de doação de medula óssea, familiares e amigos fizeram os testes, mas ninguém foi compatível.

Apelo
A agricultora Maria de Fátima que é mãe de José revelou que o filho luta contra doença desde os sete anos. A família mora no Sítio Matumbo, zona rural de Sousa e a mãe fez um apelo para que as pessoas sejam doadores de medula óssea, pois essa é a única forma de garantir que seu filho continue vivo.

Veja também:

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“Graças a Deus ele está melhor, mas continua fazendo tratamento com médico hematologista que é especialista nesse tipo de doença e também faz uso de medicamentos”, disse Maria de Fátima.

A irmã de Genikelson morreu aos 16 anos com a mesma doença

O transplante
A medula óssea é o órgão que produz as células do sangue e do sistema imunológico (de defesa). O transplante de medula óssea é uma forma de tratamento que renova as células da medula óssea.

Como doar?
Em contato com o Diário do Sertão, a diretora do hemonúcleo de Sousa, Cíntia Tavares, afirmou que as pessoas interessadas em doar podem se dirigir ao hemonúcleo portando o cartão do SUS, RG e um comprovante de residência e devem ter idade entre 18 e 55 anos.

“É feita coleta de apenas 5 ml de sangue no braço. Caso o doador seja compatível com a pessoa que está precisando, são feitos testes e a equipe realiza outros exames para que em seguida aconteça a doação da medula óssea” disse Cíntia.

Salve uma vida
*Tudo seria muito simples e fácil, se não fosse o problema da compatibilidade entre as células do doador e do receptor. A chance de encontrar uma medula compatível é, em média, de uma em cem mil!

*Para o doador, a doação será apenas um incômodo passageiro. Para o doente, será a diferença entre a vida e a morte.

*A doação de medula óssea é um gesto de solidariedade e de amor ao próximo.

DIÁRIO DO SERTÃO

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