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VÍDEO: Padre de Cajazeiras diz que trabalhador brasileiro não tem o que comemorar após série de aumentos

Para o padre, esse 1º de Maio foi um dos piores da história, pois os atos não receberam a classe trabalhadora que se encontra desiludida

Por Diário

02/05/2022 às 16h35 • atualizado em 02/05/2022 às 16h36

Na coluna semanal Direto ao Ponto, Padre Francivaldo Albuquerque comentou sobre a polêmica dos manifestos políticos no dia 1º de Maio, Dia do Trabalhador, e fez críticas aos constantes aumentos dos produtos e da inflação.

Para o padre, esse 1º de Maio foi um dos piores, pois os atos não receberam a classe trabalhadora que se encontra desiludida. Ele ressalta que com o salário mínimo é difícil ter poder de compra.

“O Brasil precisa de esperança, de força, de comida na mesa, enfim de trabalho e de uma classe trabalhadora com energia para trabalhar. Mas para trabalhar bem tem que comer, tem que ter salário, tem que ter poder aquisitivo e inflação baixa”, disse.

“Com um trabalhador fraco não se faz um país forte”, acrescentou o colunista, ressaltando a necessidade de uma boa remuneração para classe.

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