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Entidade de comércio e serviços na Paraíba pede ao governador João Azevêdo ações para proteger varejo

A FCDL-PB diz que o momento agora é do governo dar as mãos com classe empresarial, para que todos possam enfrentar a crise juntos

Por José Dias Neto

20/03/2020 às 12h23 • atualizado em 20/03/2020 às 12h29

O comércio está sendo impactado diretamente com o avanço do coronavírus. Foto: Reprordução da internet

A Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas da Paraíba (FCDL-PB) enviou uma carta ao governador João Azevedo (Cidadania) reivindicando respeito às medidas que o estado deverá adotar para minimizar os danos provocados pela pandemia do novo Coronavírus (Covid 19) ao setor varejista paraibano.

De acordo com o presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas da Paraíba, José Lopes da Silva Neto, o varejo é responsável por significativa parcela dos empregos mantidos em Estado, e neste momento de dificuldade precisa do apoio do poder público para estabelecer medidas de proteção à vida humana e, também, para controle de danos na economia local, garantindo assim a suas próprias sobrevivências e a manutenção de empregos.

A entidade também pede do documento, que o Governo do Estado entenda que o momento agora é de dar as mãos com classe empresarial, para que todos possam enfrentar a crise juntos e para que seja construída uma alternativa justa e equilibrada para todos os lados.

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“O faturamento médio nas operações de varejo, com exceção dos SUPERMERCADOS e FARMÁCIAS, está em plena queda, o que se deve ao baixo fluxo de pessoas no comércio local e a ausência de liquidez no mercado”, disse o presidente da FCDL, José Lopes da Silva Neto.

Veja quais são as medidas econômicas propostas pela FCDL – PB:

a) Em razão das perspectivas econômicas apontarem para uma brusca queda no faturamento das empresas, sugere-se a ampliação do prazo de pagamento do ICMS nos próximos seis meses, considerando os meses de março, abril, maio, junho, julho e agosto, inclusive o ICMS devido pelas empresas optantes pelo Simples Nacional;

b) Para pagamento do ICMS dos meses acima indicados, sugere-se o prazo de amortização de 18 (dezoito) prestações mensais, iguais e sucessivas a iniciar em outubro de 2020;

c) Suspensão dos pagamentos decorrentes dos programas especiais de parcelamento ativos de dívidas tributárias pelo prazo de seis meses (sem a imposição de multas, juros ou correção monetária);

d) Políticas mais agressivas e eficazes na utilização do programa EMPREENDER/PB para ampliação e criação de novas linhas de crédito, com condições voltadas às necessidades das empresas dos setores do comércio, serviços e turismo (elevando o valor de concessão de crédito, diminuindo a taxa de juros e estendendo o prazo de financiamento);

e) Antecipação do pagamento do décimo terceiro dos aposentados, a exemplo do que fez o Governo Federal recentemente, como meio de fomentar a economia.
As medidas propostas são necessárias para fomentar a retomada do consumo e dar um suspiro mínimo a classe lojista.

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