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VÍDEO: Prefeito de Aparecida nega que tenha cortado gratificação de professores e critica grupo no sindicato

Segundo João Neto, existe um "pequeno grupo político" dentro do sindicato que tenta jogar os professores contra ele

Por Jocivan Pinheiro

14/06/2023 às 18h54 • atualizado em 14/06/2023 às 18h58

Em entrevista ao programa Cidade Notícias, da Rádio Líder FM, em Sousa, o prefeito do município de Aparecida, João Neto (PSB), negou que tenha cortado gratificação de professores da rede pública municipal. Segundo o gestor, existe um “pequeno grupo político” dentro do sindicato que tenta jogar os professores contra ele.

João Neto disse que o sindicato teria sugerido nuclear (fechar) escolas da zona rural para economizar recursos e assim o município poder cumprir com as exigências do próprio sindicato em termos de salário e gratificação dos professores.

O prefeito afirma ter enviado à Câmara de Vereadores o projeto de lei do novo piso salarial com pagamento de retroativo, tanto do salário como do GEAD (Gratificação Específica de Atividade Docente). A alteração sugerida no projeto é substituir o GEAD pelo GECE (Gratificação Específica por Serviços Extraordinários).

“Quem me conhece, sabe do meu perfil. Jamais vou fechar escola no meu município para garantir gratificação. Mas, mesmo assim, encaminhei o projeto para a Câmara sexta-feira passada para que eles pudessem votar, primeiramente o piso salarial garantindo o retroativo de janeiro até agora para eu pagar dentro de dois meses, porque os recursos estão garantidos; como também o retroativo da GEAD, dentro da sua porcentagem de 25%”, explicou o prefeito.

João Neto afirma que o município tem procurado pagar o piso salarial conforme os reajustes aplicados pelo Governo Federal. “Se juntar todos os pisos, passa quase de 60%, e isso se tornou uma conta inviável no município. Mas eu, enquanto prefeito, tenho que zelar pelo pagamento do vencimento dos professores, eu não posso fugir desse objetivo. Disse e repito que garantiria esse pagamento de GEAD como venho pagando até hoje. Mas não existia, até então, os aumentos do piso salarial; e aí quando o governo decidiu dar o piso, a gente se viu numa situação de ter que avaliar a questão financeira da educação para poder o trabalho continuar”.

João Neto assegura novamente que os professores continuarão recebendo gratificação, mas ele manda um recado. “A gratificação vai continuar, porém eu preciso que os professores que dizem que defendem a educação venham trabalhar os programas educacionais dentro do município com a gente. Eu não sou inimigo de professor. Se eu fosse inimigo de professor como alguns dizem, que eu sei que é um pequeno grupo que diz isso, eu não teria deixado a gratificação”.

DIÁRIO DO SERTÃO

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