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Maternidade emite nota sobre amputação de dedo de recém-nascida no Sertão. Veja vídeo!

O delegado informou que há indícios que a criança ‘recebeu um soro errado’, o que poderia ter lesionado o dedo dela.

Por Luzia de Sousa

29/10/2016 às 16h46 • atualizado em 29/10/2016 às 19h25


A direção da Maternidade Dr. Peregrino Filho, com sede em Patos, no Sertão do estado divulgou nota nessa sexta-feira (28), para explicar um suposto erro médico apontado pela família de uma recém-nascida, que acabou tendo parte do dedo médio da mão amputado.

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A mãe acusa a maternidade de Patos de suposta irregularidade. Ela contou que a menina nasceu ‘laçada’ e teve que ficar na incubadora, mas segundo a mãe, percebeu no segundo dia de internamento que a criança estava com uma “tala na mão” e uma amarração muito apertada, mas uma enfermeira teria dito que seria procedimento normal.

“Ele [o médico] disse que era caso de amputar”, explicou a mãe, adiantado que a criança teve que passar por uma cirurgia para amputar o dedo, que ocorreu no Hospital Universitário de Campina Grande.

A família registrou Boletim de Ocorrência na Delegacia de Polícia. O delegado seccional de Polícia Civil de Patos, Sylvio Rabelo informou que há indícios de a criança ‘recebeu um soro errado’, o que poderia ter lesionado o dedo da menor.

Na nota a direção diz que “não houve qualquer negligência por parte de sua equipe médica ou de enfermagem que caracterize responsabilidade pelo ocorrido”.

Veja nota!
A direção da Maternidade Dr. Peregrino Filho esclarece que todos os procedimentos cabíveis no caso deste RN foram tomados, e em tempo hábil, e que não houve qualquer negligência por parte de sua equipe médica ou de enfermagem que caracterize responsabilidade pelo ocorrido. Esclarece ainda que está à disposição das autoridades para dirimir quaisquer dúvidas e prestar esclarecimentos, incluindo aos órgãos fiscalizadores das categorias Coren e CRM, ao mesmo tempo em que reitera seu compromisso e foco com uma prestação de serviço que torna a Peregrino Filho referência para pacientes de mais de 90 municípios da Paraíba, incluindo cidades fronteiriças do RN e PE que, têm seus filhos na unidade, que registra uma média de 360 partos/mês.

DIÁRIO DO SERTÃO com vídeo do G1PB

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