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EXCLUSIVO: Delegada diz que aumento de homicídios em Cajazeiras não representa insegurança à sociedade

Delegada Patrícia Forny explica que quase todos os casos envolvem pessoas que estão inseridas na criminalidade, ou seja, os homicídios não atingem inocentes

Por Jocivan Pinheiro

21/12/2017 às 16h33 • atualizado em 21/12/2017 às 16h36

O número de homicídios na região cuja responsabilidade é da 20ª Delegacia Seccional da Polícia Civil no Alto Sertão da Paraíba está dentro da média do ano passado (28 em 2016 contra 30 esse ano), segundo avaliação da delegada Patrícia Forny nessa entrevista exclusiva à TV Diário do Sertão.

Porém, na cidade de Cajazeiras se observa um aumento maior. No ano passado foram contabilizados 13 homicídios. Em 2017 já são 17. Apesar desse aumento, Patrícia Forny explica que esses homicídios “não colocam a cidade em patamares de insegurança pública”.

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Patrícia Forny

O primeiro dado que se percebe para chegar a essa conclusão é que quase todos os casos envolvem pessoas que estão inseridas na criminalidade (quem pratica e quem sofre), ou seja, não atingem inocentes e não acontecem por consequência de assaltos a comércios, pessoas ou residências. “A maior fatia da sociedade está a salvo desse tipo de homicídio”, diz ela.

Além desses homicídios relacionados à criminalidade, há também os que acontecem por questões passionais ou conflitos interpessoais. Esses não têm originem na criminalidade, esclarece a delegada.

Outro dado marcante divulgado por Patrícia Forny diz que em 82% dos casos de homicídios em Cajazeiras, as investigações conseguem chegar às autorias dos crimes e formalizar representações para mandados de prisão. Segundo ela, esse é um “índice mundialmente admirável”. Por outro lado, praticamente não está havendo prisões em flagrantes. De acordo com a delegada, isso só aconteceu duas vezes.

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