header top bar

section content

Cantor é encontrado morto com tiro na cabeça no Sertão da Paraíba; polícia civil investiga o caso

Segundo a PM, os indícios apontam para suicídio, mas a polícia civil esteve no local e realizou perícia para investigar o caso

Por Campelo - Diário do Sertão em Sousa

12/04/2018 às 09h15 • atualizado em 12/04/2018 às 14h04

O cantor foi encontrado morto em sua residência (foto: reprodução/Facebook)

O músico Magno Luiz de Oliveira, mais conhecido como “Magno de Tião do Sindicato”, que tinha 35 anos foi encontrado morto na noite desta quarta-feira (11) em sua residência na cidade de São Bentinho, no Sertão da Paraíba.

De acordo com informações da polícia civil, Magno estava desparecido desde o domingo (08). Amigos foram até a casa do músico e chamaram, como não houve resposta, resolveram arrombar a janela da casa. Magno foi encontrado morto na cama com um tiro no ouvido. A arma foi encontrada no local.

Segundo a polícia militar, os indícios apontam para suicídio, mas a polícia civil esteve no local e realizou perícia para investigar o caso. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) em Patos para realização do exame cadavérico.

Magno era bastante conhecido, tocava violão e cantava e frequentemente se apresentava em Pombal e região com seu show intitulado “Magno, voz e violão”.

A morte do cantorabalou toda a cidade de São Bentinho e toda a região.

Veja também:
Homem é atacado por jibioa em rio onde menina se afogou 

Estudante de 16 anos que lutou contra o câncer morre na UTI

DIÁRIO DO SERTÃO

Recomendado para você pelo google

EM CAJAZEIRAS

VÍDEO: Ciro diz que Ricardo ‘prejudicou-se na sucessão’, mas elogia Azevêdo: “Seria uma honra no PDT”

PREOCUPADO

VÍDEO: Na Semana dos Pobres, bispo de Cajazeiras diz que “pobreza se avoluma cada vez mais nas cidades”

A OBRA PAROU?

Ex-vereador denuncia que terminal rodoviário de Sousa está abandonado: “Prefeito Tyrone não está nem aí”

PROJETO DE LEI

VÍDEO: Comentarista diz que críticas ao leilão de imóveis da Prefeitura de Cajazeiras é ‘politicagem’