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VÍDEO: Polícia desarticula organização criminosa no Sertão que matou policial e planejava matar mais 3

Até às 8h35 da manhã desta sexta-feira (3), 15 pessoas já haviam sido presas, além de armas e substâncias semelhantes à cocaína e crack apreendidas

Por Luiz Adriano

03/06/2022 às 09h20 • atualizado em 03/06/2022 às 10h29

Uma ação em conjunto das polícias Civil, Militar e Corpo de Bombeiros, deflagaram desde a madrugada desta sexta-feira (3) uma Mega Operação denominada ‘Mãe D’água III’, nos municípios de Patos, Malta, Condado, São Bentinho, Pombal e Paulista, no Sertão paraibano.

O objetivo da ação policial é de reprimir e desestruturar uma organização criminosa que era responsável pela comercialização de drogas ilícitas e execução de pessoas na região. Segundo informações da Polícia Civil, a operação teve que ser antecipada para evitar a execução de dois policiais militares e um civil, pela associação criminosa, que conforme as forças de segurança, age com muita crueldade com suas vítimas.

De acordo com as investigações, a Orcrim já havia executado um policial militar no município de Malta, na região de Patos, no ano passado, e planejava a morte de outros. A polícia informou que recentemente o grupo criminoso executou um indivíduo também na cidade de Malta, crime este que foi registrado através de imagens de um circuito de câmeras.

Até às 8h35 da manhã desta sexta-feira (3), 15 pessoas já haviam sido presas, além de armas e substâncias semelhantes à cocaína e crack apreendidas. Conforme a polícia, há outras provas que serão usadas para lastrear as investigações.

Drogas apreendidas com os meliantes. (Foto: divulgação/PCPB).

FASE ANTERIOR

Na fase anterior da Operação já haviam sido presas 13 pessoas, e com a continuidade das investigações a polícia pôde chegar até o restante do grupo (liderança, fornecedores…), totalizando 28 pessoas presas até o momento.

ALTA PERICULOSIDADE

De acordo com informações da Polícia Civil, o grupo era extremamente violento e gostava de ostentar armas e drogas nas redes sociais. As investigações perduraram por cerca de três meses, e a polícia civil apura ainda, a participação de outros possíveis integrantes da Orcrim.

Segundo o delegado Cristiano Jacques, superintendente da 3ª Superintendência Regional de Polícia Civil (SRPC), a organização criminosa era muito organizada, apresentando uma distribuição de tarefas para seus membros e o emprego de muita violência contra seus adversários e policiais que a combatesse. Mas, conforme a autoridade policial, as Forças de Segurança deram um basta na situação pondo fim à onda de crimes realizadas pela Orcrim na região.

Participaram da operação mais de 100 policias das Forças de Segurança, que se dividiram no cumprimento dos mandados judiciais nas áreas objeto de repressão. O trabalho policial foi coordenado pelos delegados Cristiano Jacques, Paulo Enio e Alba Abrantes, todos da Polícia Civil; os coronéis Rubens Campos e Esau, da Polícia Militar e o coronel Saulo Laurentino do Corpo de Bombeiros.

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