VÍDEO: Delegado mostra desafios de investigações e diz que provas do IPC são “praticamente irrefutáveis”
Segundo o delegado, a celeridade de um inquérito depende diretamente da complexidade do caso e das evidências disponíveis no momento do crime
Durante entrevista ao programa Olho Vivo, da Rede Diário do Sertão, o Delegado Seccional da região de Cajazeiras, Dr. Antonio Netto, trouxe detalhes sobre os bastidores do trabalho investigativo da Polícia Civil. Ele explicou por que alguns crimes são resolvidos rapidamente enquanto outros demandam meses de diligências, destacando o papel crucial da perícia técnica.
Segundo o delegado, a celeridade de um inquérito depende diretamente da complexidade do caso e das evidências disponíveis no momento do crime.
Ele falou que quando há testemunhas oculares ou prisões em flagrante, a autoria é estabelecida de forma quase imediata. Já em casos onde não há ninguém que aponte o autor, a Polícia Civil depende exclusivamente de provas técnicas.
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Dr. Antonio Netto revelou que, em certas situações, dispositivos eletrônicos e materiais coletados precisam ser enviados para laboratórios avançados, inclusive em São Paulo, o que naturalmente estende o prazo para a conclusão das investigações.
Equilíbrio emocional em casos de extrema violência
Questionado sobre como a polícia lida com crimes de natureza bárbara, o delegado enfatizou que o rigor técnico deve superar a emoção. Para ele, o policial deve ser, acima de tudo, um garantidor da justiça.
“A gente tem que ter muito equilíbrio emocional. Saber que a polícia é um instrumento de justiça e está ali para praticá-la. O profissional tem que agir com muita cautela e dentro da legalidade”, afirmou.
O Papel Estratégico do IPC
Um dos pontos altos da entrevista foi o reconhecimento da importância do Instituto de Polícia Científica (IPC). Dr. Netto classificou a prova técnica como “praticamente irrefutável”, sendo o alicerce que sustenta não apenas o inquérito policial, mas todo o processo judicial.
De acordo com a explicação, o suporte do IPC é o que permite transformar indícios em provas concretas, garantindo que o autor de um crime seja punido com base em critérios científicos e objetivos, minimizando as chances de erro judiciário.
Veja a entrevista completa com o delegado Antonio Netto:
DIÁRIO DO SERTÃO
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