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Propaganda eleitoral irregular causa tumulto em frente ao colégio Dom Moisés

Segundo o soldado da Polícia Militar, Jodiel Miranda Tavares, relator do boletim, a manifestação era encabeçada pelo advogado e jornalista Adjamilton Pereira, o candidato a vereador Bruno Meneses...

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29/08/2008 às 12h14

Desde que começou a campanha eleitoral para prefeito de Cajazeiras, polêmicas tomam as ruas e a imprensa local. O confronto entre as duas coligações que disputam o executivo e a câmara cajazeirense, ‘Por uma Cajazeiras melhor’ (Oposição) e ‘Juntos por amor a Cajazeiras’ (Situação) acontece praticamente em cenário de guerra, com acusações, pedidos de cassações e trocas públicas de farpas entre alguns de seus principais líderes, a exemplo do que aconteceu com os deputados José Aldemir Meireles e Jeová Campos, que iniciaram uma querela verbal mais tarde apaziguada pelo próprio Aldemir com sutis ‘pedidos de desculpas’. No meio dessa batalha toda, coligações acabam dando suas quase inevitáveis mancadas, para deleite dos adversários. Como o que aconteceu na tarde de ontem.

Segundo informações do COPOM, o boletim de ocorrências diárias da Polícia Militar, a coligação ‘Por uma Cajazeiras melhor’, representada pelo candidato a prefeito Léo Abreu, organizou uma manifestação política em frente ao Colégio Estadual Dom Moisés Coelho, onde militantes da coligação armaram uma tenda e estavam distribuindo folhetos e bótons do candidato do PSB.

Proibição
A Justiça Eleitoral proíbe que sejam realizadas manifestações públicas a menos de 200 metros de escolas e repartições do Estado ou Município. Após denúncia anônima, o juiz Edivan Rodrigues, da 42ª Zona Eleitoral de Cajazeiras, encaminhou várias viaturas da Polícia Militar ao local, que constatou a irregularidade, interrompeu o evento e recolheu o material usado na propaganda ilegal.

Envolvidos
/Segundo o soldado da Polícia Militar, Jodiel Miranda Tavares, relator do boletim, a manifestação era encabeçada pelo advogado e jornalista Adjamilton Pereira (foto), o candidato a vereador Bruno Meneses, e os jovens Josélio Albuquerque Lucena, de 21 Anos, Delânio Jean Alencar, de 29 Anos, Fabiana Cardoso Rodrigues, 19 Anos, Teles Mendes Cartaxo, 26 Anos, Sílvia Teixeira Alves, 26 Anos, e Jucinério Félix, 39 Anos.

Além de se tratar de propaganda eleitoral irregular pelo fato de estar a menos de 200 metros de uma escola, o ato também foi condenado pela Lei porque a coligação a qual a tenda fazia a publicidade não estava em seu dia de manifestação. A quinta-feira era reservada para a coligação ‘Juntos por amos a Cajazeiras’, do candidato Marinho Messias (DEM), e não para a coligação do candidato a prefeito Léo Abreu.

Adjamilton se defende
Em defesa às acusações de ter organizado a manifestação, o advogado Adjamilton Pereira disse que não sabia do que estava acontecendo, e que se encontrava no local para constatar a veracidade das denúncias.

“Fui observar o que estava acontecendo lá no Dom Moisés depois de quase meia hora de acontecimentos lá com a polícia, assim como foi gente de várias partes de Cajazeiras para observar o que estava acontecendo. Não faço parte de coligações, nem de coordenações. A responsabilidade que tenho como jornalista é de observar de perto o que está acontecendo, e também como advogado, porque algumas pessoas, de forma individual, ligaram para mim porque estavam sendo abordadas pela Polícia Militar. Eu fui pra lá e cheguei praticamente igual com o juiz Edivan Rodrigues, assim como chegaram outras pessoas.”, afirmou.

Da redação do Diário do Sertão

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