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À Agência Senado, Lira fala de sua atuação na Comissão do Impeachment e destaca postura suprapartidária e imparcial

Em entrevista à Agência Senado, ele afirmou que foi preciso paciência e tranquilidade para enfrentar os momentos mais difíceis

Por Luzia de Sousa

09/05/2016 às 11h22

Senador Raimundo Lira, senador do estado da Paraíba

Depois de cumprir de forma rigorosa o cronograma traçado para a primeira etapa dos trabalhos da Comissão Especial do Impeachment, e de ter a sua postura elogiada pelos colegas senadores, o presidente do colegiado, senador Raimundo Lira (PMDB-PB) fez um balanço de sua atuação à frente dos trabalhos.

Em entrevista à Agência Senado, ele afirmou que foi preciso paciência e tranquilidade para enfrentar os momentos mais difíceis, durante os nove dias em que presidiu a comissão; e destacou a postura imparcial e suprapartidária que procurou seguir durante os trabalhos. Raimundo Lira também agradeceu ao relator, senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), e aos demais senadores que atuaram na comissão.

— Agradeço a confiança do meu líder, Eunício Oliveira, que me designou para essa missão, e ao presidente (do Senado) Renan Calheiros, que colocou toda a estrutura do Senado Federal à disposição da comissão — completou, agradecendo ainda o apoio que recebeu de assessores e servidores da Casa.

O parlamentar lembrou os 190 anos do Senado, celebrados na última sexta-feira (6), e sua função como ‘Casa moderadora’ da República. Ao se dizer honrado por ter presidido a comissão, Lira citou o Regimento Interno para informar que, como presidente, só poderia votar em caso de empate, o que não ocorreu.

Missão Cumprida – O senador paraibano disse que ficou muito satisfeito com o resultado dos trabalhos da comissão e que conseguiu cumprir rigorosamente a calendário proposto quando assumiu a missão lhe confiada pelos líderes da Casa. “Quando assumimos a presidência da comissão, propusemos nove dias úteis ou onze dias seguidos. Cumprimos rigorosamente o calendário a que nos propusemos” afirmou.

Raimundo Lira observou que, logo no começo dos trabalhos, deixou claro que teria uma posição suprapartidária, uma posição de total imparcialidade e, sobretudo, uma posição de equilíbrio em relação à composição da comissão especial.

“Desde que assumi deu para verificar de uma forma explícita uma supremacia numérica de senadores e senadoras do bloco da oposição em relação ao bloco do governo. Então eu tinha que ter esse cuidado, conduzindo a presidência para que a maioria não afogasse a minoria. Para que houvesse um amplo direito ao contraditório, um amplo direito à discussão, sem que houvesse uma massacrante participação da maioria. Acho que conseguimos. Com o resultado da votação do relatório, ficou mais ou menos patente aquilo que já era previsto no início dos trabalhos dessa comissão” avaliou Lira.

Além de ter conseguido cumprir o cronograma previsto, todo o rito previsto na Lei 1.079/1950 (Lei do Impeachment), o senador peemedebista revelou que ficou satisfeito porque, na posição de presidente, fez algumas propostas e cumpriu todas as determinações que foram feitas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Assessoria de Imprensa

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