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Petista de CZ insinua que Senado foi vendido, mas acredita na volta de Dilma – VÍDEO!

José Maria Gurgel, um dos mais antigos militantes do PT na região, acompanha com aflição o último passo para o impeachment da presidenta

Por Jocivan Pinheiro

30/08/2016 às 16h08 • atualizado em 30/08/2016 às 16h21

O secretário de Formação Política do PT de Cajazeiras, José Maria Gurgel, um dos mais antigos militantes do partido na região, acompanha com aflição o último passo no Senado que vai definir o impeachment da presidenta afastada Dilma Rousseff (PT) ou sua permanência no cargo.

Nesta segunda-feira (29), na tribuna do Senado, Dilma se defendeu da acusação de crime de responsabilidade e respondeu a questionamentos de senadores. A participação da presidenta durou cerca de 18 horas. A votação definitiva dos senadores deverá acontecer nesta quarta (31).

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José Maria é um misto de esperança e pessimismo. Se por um lado ele acredita que ainda pode haver uma virada de jogo, por outro lado afirma que o poder das elites ainda age com muita influência sobre a decisão dos senadores.

“Eu não acredito que a coisa esteja definitivamente declarada, porque tem muita coisa que está acontecendo, muitas conversações. O próprio presidente Lula está atuando nos bastidores. Eu diria que é uma caixa preta que a gente não têm informações”, pondera o militante.

No entanto, segundo ele, os senadores são praticamente coagidos pela iniciativa privada a votarem a favor do impeachment. “Esse golpe não está sendo dado apenas pelo Senado. São as elites desse país que estão em sintonia com o capitalismo internacional. E essas forças são muito poderosas, a ponto de inibir qualquer decisão que, por ventura, um senador possa ter nesse momento tão grave para a vida política nacional.”

Para José Maria, o fato de grandes representantes do PT, inclusive o ex-presidente Lula, terem ido ao Senado acompanhar a defesa de Dilma, mostra que o partido está de consciência limpa. “A presença dele [Lula] é um testemunho da nossa honestidade, da nossa seriedade, do nosso compromisso em fazer com que o povo brasileiro seja senhor de todo o processo.”

Na sua opinião, o PT está sendo vítima de ódio das elites por ter tornado realidade programas sociais de distribuição de renda e outras assistências. “Na verdade, o crime que a presidenta Dilma cometeu, que foi o crime do presidente Lula, o crime do Partido dos Trabalhadores, foi fazer um governo de distribuição de renda. Então as elites têm um verdadeiro ódio disso. Isso [o impeachment] é uma forma de vingança contra o PT, contra Dilma e contra Lula.”

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